(Minghui.org) Os praticantes participaram do Festival Cultural Retrouvailles, nos dias 5 e 6 de setembro, em Liège, para apresentar o Falun Dafa à comunidade. Muitas pessoas pararam no estande e perguntaram sobre a prática; várias disseram concordar com os princípios orientadores do Falun Dafa – Verdade, Compaixão e Tolerância – e assinaram petições pedindo o fim da perseguição do Partido Comunista Chinês (PCC).
Com uma população de cerca de 200.000 habitantes, Liège é uma das maiores cidades da Bélgica. O Festival Cultural Retrouvailles, que teve início em 1992, celebra a cultura, o esporte, a sociedade e o meio ambiente. Mais de 300 organizações participaram do festival este ano, que atraiu mais de 35.000 visitantes.
O estande do Falun Dafa era um oásis de paz, e muitas pessoas pararam no estande dos praticantes para experimentar essa prática tradicional chinesa de cultivo. Durante o evento de dois dias, mais de 50 pessoas se inscreveram para visitar o local de prática e aprender os exercícios do Falun Dafa.
Os praticantes do Falun Dafa participaram do Festival Cultural Retrouvailles. (Minghui.org)
Valores universais
Stephanie começou a praticar Falun Dafa há dois meses. (Minghui.org)
Stephanie, professora de inglês do ensino médio, ouviu falar do Falun Dafa há dois meses e começou a praticar os exercícios.
"Quando faço os exercícios, consigo me acalmar e esquecer os problemas que me incomodam", disse ela. "Sinto-me muito bem, tanto física quanto mentalmente. Meu coração se torna mais puro e meu espírito mais leve."
Ela comprou um exemplar do livro principal do Falun Dafa, Zhuan Falun, e disse que gosta dos princípios da Verdade-Compaixão-Tolerância, porque são muito necessários na sociedade. "Se mais pessoas pudessem seguir esses princípios, o mundo seria um lugar melhor", explicou.
Como professora, Stephanie acredita que é importante ensinar esses princípios às crianças. Ela disse que as crianças enfrentam muita pressão na sociedade atual, e que informações positivas como essas as ajudariam a crescer e a tornar a sociedade mais pacífica.
Sophie e sua mãe estavam interessadas em aprender sobre o Falun Dafa e conversaram com um praticante. Ela havia visto atividades semelhantes do Falun Dafa quando morava no Canadá, mas não entendia o que era. Depois de conversar com o praticante e aprender mais, ela disse: "Esses valores [Verdade, Compaixão, Tolerância] são cruciais; são os princípios mais básicos da humanidade. Se as pessoas puderem ser sinceras, tratar os outros com gentileza e ter tolerância, o mundo será um lugar melhor". Ela acredita que se mais pessoas se comportassem dessa maneira, os relacionamentos entre as pessoas seriam mais harmoniosos e o ambiente em geral melhoraria.
Sophie disse que já tinha ouvido falar da repressão e da extração forçada de órgãos pelo PCC na China. Ela afirmou que mais pessoas precisam saber desses fatos horríveis. À medida que a informação se espalha e mais pessoas prestam atenção a essa questão, a situação mudará.
A moradora local Pauline Nicola e sua amiga também concordaram que a honestidade, a compaixão e a tolerância são muito importantes. Ela disse que a bondade é uma qualidade indispensável, a tolerância é igualmente importante e a autenticidade nos une. Ela afirmou que devemos ser gentis e também manter o respeito e a tolerância para com os outros.
A amiga dela acrescentou que gentileza é ser amigável com todos. Ambas concordaram que esses valores são simples, mas importantes na vida.
Christiane é muito interessada na cultura tradicional chinesa. (Minghui.org)
Christiane, de 92 anos, que estava acompanhada de sua neta, disse: "Autenticidade, bondade e tolerância são o sentido da vida". Ela acrescentou que admirava a cultura chinesa: "A cultura da China antiga é uma das civilizações mais inteligentes e avançadas".
Christiane também enfatizou seu amor pela cultura tradicional, e não pela política moderna. Ela mencionou seu renovado interesse em técnicas tradicionais como acupuntura e invenções da China antiga. Ela acredita que, embora muitas civilizações tenham experimentado ascensão e queda, os valores culturais tradicionais não devem ser subestimados.
Josy comprou um exemplar de Zhuan Falun no evento. (Minghui.org)
Josy, um professor de sociologia do ensino médio, disse que reconheceu os valores da Verdade, Compaixão e Tolerância em seu ensino. "Como professor, devo permanecer autêntico e transmitir esses valores aos meus alunos", explicou.
Ele comprou um exemplar do Zhuan Falun e disse que esperava aprender mais sobre o Falun Dafa. Josy explicou que medita regularmente e se esforça ao máximo para colocar esses princípios em prática no seu dia a dia. Ele disse que manter a Verdade, a Compaixão e a Tolerância é a direção que busca seguir para se tornar uma pessoa melhor.
Assistente social Bernard (Minghui.org)
Bernard, um assistente social, ficou surpreso com a repressão do Falun Dafa pelo PCC e disse: "A perseguição ao Falun Dafa me lembra os métodos totalitários de Stalin ou Hitler". Ele assinou a petição para acabar com as flagrantes violações dos direitos humanos.
Assinamos a petição e apoiamos os direitos humanos
As pessoas assinam petição em apoio aos esforços dos praticantes para acabar com a perseguição. (Minghui.org)
Três jovens, Kenza (ao centro), Kinan (à esquerda) e Amine (à direita), acreditam que prestar atenção à injustiça no mundo é importante e não pode ser ignorado. (Minghui.org)
Três jovens, Kenza, Kinan e Amine, disseram que era a primeira vez que ouviam falar sobre o Falun Dafa e a perseguição, incluindo as atrocidades de extração de órgãos na China. Kenza ficou triste com o que ouviu e quis expressar seu apoio assinando a petição. Kinan esperava que a petição ajudasse a conscientizar as pessoas sobre o que estava acontecendo na China. Amine disse que ficou triste ao saber que pessoas estavam sendo perseguidas e até mortas por causa de sua crença espiritual. Ele espera que a petição promova mudanças e melhore a situação na China.
Todos concordaram que era importante prestar atenção às injustiças que acontecem no mundo e que não podiam ignorá-las. Ficaram chocados ao saber que a perseguição já durava 27 anos. Amine disse que não esperava que a perseguição do PCC fosse tão severa e que achava difícil acreditar que pessoas fossem mortas por causa de suas crenças.
Nadia Benary e seu marido, Vincent Staff, pararam no estande do Falun Dafa e leram os materiais. O trabalho de Nadia envolve adolescentes e ela não tinha conhecimento prévio da prática do PCC de extrair órgãos na China. Ela ficou chocada ao ouvir isso e perguntou: essas atividades são meramente de cultivo pessoal e não prejudicam ninguém, então por que são proibidas?
Nadia acrescentou: "Na Bélgica, as pessoas podem praticar livremente, mas na China os praticantes são perseguidos, o que é inimaginável". Ela agradeceu aos praticantes por compartilharem as informações e assinou uma petição para acabar com a perseguição.
Gauthier assinou a petição em apoio aos esforços dos praticantes para acabar com a perseguição. (Minghui.org)
Gauthier, um jardineiro na casa dos 20 anos, disse que soube da perseguição ao Falun Dafa durante uma aula de geografia no ensino médio, alguns anos antes, quando seu professor discutiu questões de direitos humanos em vários países. Gauthier afirmou que o ambiente educacional da Bélgica é relativamente aberto e que as escolas permitem a discussão livre de questões políticas e sociais de diversos países. Ele acredita que é necessário discutir e compreender essas questões.
Gauthier assinou a petição e disse esperar que mais pessoas prestem atenção a essa questão. "Vivendo em um ambiente livre, talvez eu não conheça a verdadeira extensão da perseguição", continuou. "Portanto, espero fazer o meu melhor para apoiar os esforços dos praticantes para expor essa perseguição."
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