(Minghui.org) No dia 18 de julho de 2026, os praticantes em Düsseldorf, na Renânia do Norte-Vestfália, realizaram uma manifestação no centro da cidade para se opor aos 27 anos de perseguição ao Falun Gong pelo Partido Comunista Chinês (PCC). Por meio de exercícios em grupo e da exibição de faixas e cartazes, eles apresentaram a prática aos transeuntes e denunciaram a repressão do PCC, que teve início em julho de 1999.

Diversos representantes eleitos escreveram cartas apoiando os esforços dos praticantes e reafirmando seu compromisso com a liberdade de crença. Muitas pessoas ficaram surpresas ao saber da extensão da brutalidade e assinaram petições pedindo o fim das tragédias.

Manifestação dos praticantes em 18 de julho em Düsseldorf, a sexta maior cidade da Alemanha (Minghui.org)

Autoridades condenam perseguição religiosa

Os praticantes leram cartas de apoio enviadas por quatro autoridades da Renânia do Norte-Vestfália. "Por trás das violações dos direitos humanos, estão famílias que desejam viver livremente e com dignidade", Günter Krings escreveu, membro do Parlamento e presidente do grupo regional (Landesgruppe) da União Democrata Cristã (UDC) da Renânia do Norte-Vestfália.

"Como cristão e membro do parlamento, sinto profundamente a importância do respeito à liberdade de religião e crença em todo o mundo. É um dos direitos humanos fundamentais e parte integrante de toda sociedade livre e democrática", continuou. "Não podemos ficar de braços cruzados quando pessoas são perseguidas, intimidadas ou privadas de sua liberdade por causa de sua crença." Krings também agradeceu aos organizadores do evento por seu compromisso em conscientizar sobre a situação das vítimas e em lembrar seu sofrimento.

Outras cartas lidas na manifestação, foram enviadas por Karl-Josef Laumann (Ministro do Trabalho, Saúde e Assuntos Sociais da Renânia do Norte-Vestfália), Nicole Wilms (Presidente da Comissão de Assuntos Sociais, Saúde e Igualdade da Câmara Municipal de Mönchengladbach) e Rocco Wilken (Prefeito de Vlotho).

As pessoas leem os materiais, conversam com os praticantes e aprendem sobre a perseguição do PCC. (Minghui.org)

O poder da bondade

A pacífica cena dos praticantes do Falun Gong praticando os exercícios atraiu Julia e seu namorado, que pararam para observar. Julia, ficou chocada ao saber o que estava acontecendo na China e disse: "É tudo tão terrível, não há necessidade de dizer mais nada. É estranho que as pessoas cheguem a esse extremo, extração forçada de órgãos".

Após assinar a petição pedindo o fim da perseguição, Julia, também elogiou a força interior demonstrada pelos praticantes do Falun Gong. "Senti uma força do bem aqui e acho isso maravilhoso", ela disse. "Valorizo profundamente essa experiência e esse sentimento de bem-estar."

Após tomarem conhecimento sobre a perseguição, os transeuntes assinam a petição pedindo o fim da mesma. (Minghui.org)

A cena pacífica atraiu muitos transeuntes. Sieh, da Índia, leu os materiais e disse: "Ver os praticantes meditando com tanta calma me tocou profundamente. É inimaginável que o PCC esteja espalhando propaganda caluniosa contra o Falun Gong", ele disse, acrescentando que continuaria lendo e acompanhando a perseguição.

O fotógrafo Kevin, carregando uma câmera profissional, e seu amigo permaneceram no estande por um longo tempo. Ele perguntou se poderia tirar fotos e explicou que queria compartilhar o conteúdo em seu canal e que aquele evento significava muito para ele. Kevin, disse que já conhecia o Falun Gong e que estava profundamente triste com a perseguição realizada pelo PCC. Ele também esperava receber notificações sobre o próximo evento para que pudesse contribuir para o fim da perseguição.

As pessoas elogiam os princípios do Dafa

Naza, do Irã, permanecia em silêncio de um lado da rua de pedestres, observando os praticantes praticando os exercícios. Depois de ouvir que o PCC vinha reprimindo a prática, ela disse que isso se devia ao desejo do regime de controlar as pessoas. Ela também afirmou que o comunismo é uma energia sombria. "Ele pode tornar as pessoas insensíveis. Coisas como a extração forçada de órgãos são resultado da disseminação de forças sombrias", explicou.

Nasajue, ficou impressionada com o fato dos praticantes do Falun Gong aderirem aos princípios da Verdade, Compaixão e Tolerância e não abandonarem sua crença mesmo quando são perseguidos. Ela disse que isso demonstra uma coragem extraordinária e a faz sentir o poder da bondade.

"O caminho da prática espiritual reside no coração. Quando as pessoas o praticam verdadeiramente, podem despertar seu próprio poder de bondade e aprender a enfrentar as dificuldades", ela continuou. Apesar de suas preocupações com a perseguição transnacional realizada pelo PCC, Nasajue disse que se inspirou na coragem dos praticantes do Falun Gong e assinou a petição que pede o fim da repressão. Ela também encorajou os praticantes a perseverarem.

Povo chinês se retira do PCC

Os chineses também pararam para conversar com praticantes do Falun Gong e aceitaram os materiais informativos. Alguns concordaram em se desligar do PCC e de suas organizações afiliadas.

Um chinês disse a um praticante que a liberdade de crença não existe na China porque o PCC é uma organização ateísta. Como cristão, ele acredita que tanto o Falun Gong quanto o cristianismo ensinam as pessoas a serem boas e bondosas, portanto, considera o Falun Gong uma crença íntegra. "Eu vi a verdadeira natureza do PCC há muitos anos, ao burlar a censura na internet e perdi a esperança no PCC", ele disse . Ele declarou seu desligamento do PCC e de suas organizações afiliadas.

Quando uma jovem chinesa e sua amiga alemã passaram pela barraca, um praticante as cumprimentou. A jovem, que morava no exterior há muitos anos, disse que já conhecia os fatos sobre o Falun Gong, mas estava hesitante em renunciar à sua filiação ao PCC e às suas organizações afiliadas.

Após os praticantes explicarem detalhadamente como o PCC prejudicou pessoas inocentes em suas inúmeras campanhas políticas, a jovem concordou em se desligar da organização Jovens Pioneiros do PCC. Ela também agradeceu aos praticantes por seus esforços.

Trabalhando juntos para acabar com a perseguição

Maggie Matuszak da Polônia (Minghui.org)

Maggie Matuschak, da Polônia, parou em frente ao cartaz que expunha a perseguição de 27 anos do PCC e disse: "É horrível. É preciso agir. Chega! Todos anseiam por liberdade e têm direito a ela. Somos seres humanos e merecemos ser tratados como seres humanos."

Ao saber que alguns praticantes do Falun Gong presentes no evento haviam perdido seus empregos ou sido torturados na China por defenderem sua crença, Maggie disse: "Devemos lutar até o fim. Mesmo que não seja por nós mesmos, é pelos nossos filhos e pelo bem-estar dos outros. Assim como estamos fazendo aqui, ou de outras maneiras, jamais desistiremos da liberdade de todas as pessoas."

Ela disse que já havia assistido a vídeos sobre a situação dos direitos humanos na China. "Estou realmente com o coração partido. Espero sinceramente que essa perseguição termine em breve", ela disse.