(Minghui.org) Os praticantes realizaram um evento na Place de Verdun, em La Rochelle, no dia 18 de julho de 2026, para conscientizar sobre a perseguição do PCC ao Falun Gong e pedir o fim dos 27 anos de perseguição.

Evento de praticantes na Place de Verdun em La Rochelle (Minghui.org)

As pessoas tomam conhecimento da perseguição ao Falun Gong

Importante porto na costa atlântica da França desde o século XII, La Rochelle é conhecida como a "Porta de Entrada para o Oceano". Esta cidade secular possui uma rica história e arquitetura bem preservada.

Quando as pessoas no café ao ar livre perto do evento souberam do crime do PCC de extração de órgãos de praticantes vivos do Falun Gong, mal podiam acreditar que tal atrocidade estivesse acontecendo e assinaram a petição para ajudar a acabar com isso. Algumas pessoas pediram mais panfletos para que pudessem entregá-los a seus familiares e parentes.

Philipp, um garçom do café, assina a petição. Quando soube das atrocidades na China, disse que precisava fazer algo. (Minghui.org)

Um estudante assina a petição. (Minghui.org)

Essa perseguição precisa parar

Nicole, de 80 anos, ficou chocada ao ler o panfleto sobre a perseguição do PCC ao Falun Gong e o crime de extração forçada de órgãos. Ela assinou a petição aos países do G7+7 para que cessem o crime de extração forçada de órgãos. Ela disse que participa de diversas associações, apoia todas as vítimas inocentes e divulgará a informação porque essa atrocidade precisa ser interrompida.

Nicole assina a petição dirigida às nações do G7+7 para exigir o fim da extração forçada de órgãos de praticantes do Falun Gong. (Minghui.org)

André Desbois, de 86 anos, e seu amigo Jean-Paul conversaram com praticantes. Ambos são membros de uma conhecida associação que auxilia vítimas no mundo todo. Eles disseram que organizariam debates para os membros da associação sobre a perseguição ao Falun Gong. Assinaram a petição, forneceram seus números de contato aos praticantes e disseram esperar poder coordenar ações futuras.

Jean-Paul assina a petição. André Desbois afirmou que muitos chineses estavam sendo perseguidos. (Minghui.org)

As pessoas incentivam os praticantes

Julien, que também assinou a petição, disse que, quando viajou para a China, sentiu a pressão e a falta de liberdade no país. Os chineses só trabalhavam, não tinham liberdade e não podiam aproveitar a vida. Ele afirmou que os praticantes se saíam bem e que essa era uma questão importante.

Um estudante universitário que leu o panfleto disse que sabia que não havia direitos humanos na China, especialmente para os uigures e tibetanos. Mas ele não tinha ouvido falar da perseguição ao Falun Gong. Ele não conseguia imaginar que pessoas fossem mortas por sua fé e que seus órgãos fossem retirados à força. Ele assinou a petição e disse que contaria às pessoas que conhecia sobre a perseguição. Ele espera que isso termine em breve.

Quando um casal soube da prática de extração forçada de órgãos, eles assinaram a petição. Disseram que discutiriam o assunto com seus amigos.

Da inação ao apoio

Quando um praticante contou a um homem sobre a perseguição na China, ele disse que a China era muito poderosa e que o mundo inteiro fazia negócios com ela. Ele achava que petições não adiantariam nada. O praticante disse: “O motivo pelo qual muitas pessoas não fazem nada é porque pensam que nada vai mudar. Se continuarmos nossos esforços, as coisas mudarão.”

O homem e sua esposa assinaram a petição. Eles pegaram vários panfletos e agradeceram aos praticantes por os terem alertado sobre a perseguição.

Empresários ajudam a aumentar a conscientização

Os praticantes visitaram lojas e comércios locais e distribuíram panfletos. A maioria dos vendedores ficou chocada ao saber da perseguição aos praticantes do Falun Gong e da extração forçada de órgãos. Eles perguntaram por que eram perseguidos. Depois que os praticantes explicaram a situação, eles colocaram os panfletos em suas lojas para que seus clientes lessem ou levassem.

Um vendedor de uma loja de roupas disse que colocaria os panfletos nas sacolas de compras dos clientes. Alguns vendedores não conseguiam entender por que pessoas eram presas e torturadas por praticarem o Falun Dafa e acreditarem nos princípios da Verdade, Compaixão e Tolerância. Muitas pessoas também ficaram surpresas com o fato de nenhum veículo de comunicação ter noticiado ou mencionado que tais coisas horríveis estavam acontecendo na China.

Os praticantes também foram ao porto de La Rochelle para falar com as pessoas sobre a perseguição. Distribuíram panfletos ao longo do caminho e conversaram com as pessoas sobre o Falun Dafa e a perseguição na China.