(Minghui.org) O Senado dos EUA aprovou por unanimidade a Resolução 444 (S. Res. 444) em 16 de junho de 2026, condenando o Partido Comunista Chinês (PCC) e seu líder por "fraude, sabotagem das perspectivas de paz e segurança e orquestração de crimes contra a humanidade". A resolução afirma que o PCC é uma organização criminosa que representa uma grave ameaça à estabilidade e à paz globais.

O senador americano Rick Scott discursou antes de uma votação no Senado em 16 de junho de 2026. (Imagem da internet)

A resolução foi apresentada pelo senador americano Rick Scott. Ela afirma que Xi Jinping e o Partido Comunista Chinês têm se envolvido há muito tempo em graves violações dos direitos humanos, incluindo trabalho forçado, genocídio contra minorias étnicas, coerção transnacional e ameaças à segurança nacional dos EUA.

Antes da votação no Senado, o senador Rick Scott fez um discurso afirmando que o PCC é uma das maiores ameaças ao modo de vida, à paz e à prosperidade dos Estados Unidos. Ele assegurou que, sob o governo de Xi Jinping, o PCC personificou uma forma singular de maldade, visando dominar o mundo e eliminar qualquer um que se oponha às suas ambições — sejam cidadãos estrangeiros ou o próprio povo chinês.

Scott afirmou que o PCC mantém seu poder há muito tempo por meio de mentiras, trapaças, roubo e opressão. Ele condenou o PCC por acobertar o surto de COVID-19 após seu surgimento em Wuhan no final de 2019 e por usar organizações internacionais para disseminar desinformação, resultando em graves perdas globais. Ele afirmou ainda que o PCC falhou por muito tempo em conter efetivamente a exportação de precursores de fentanil e, portanto, é responsável pela morte de dezenas de milhares de americanos por overdose fatal de drogas.

Na frente comercial, Scott afirmou que o PCC prejudicou os interesses econômicos dos EUA e causou a perda de inúmeros empregos americanos por meio de práticas comerciais desleais, manipulação cambial e roubo em larga escala de propriedade intelectual que se estenderam por décadas.

Em relação aos assuntos internacionais, ele apontou para os danos ambientais e a coerção política causados pelo PCC em regiões como a África e a Ásia, afirmando que Pequim ignora as graves consequências que suas ações infligem às populações locais.

Em relação à questão dos direitos humanos, Scott condenou o PCC por implementar uma política de genocídio contra os uigures na província de Xinjiang e por deter mais de um milhão de uigures em campos de internação.

O senador Scott também destacou especificamente a longa perseguição do PCC aos praticantes do Falun Gong e afirmou que o PCC extrai órgãos de prisioneiros de consciência, incluindo praticantes do Falun Gong.

A resolução afirma que, sob a liderança do Secretário-Geral do PCC, Xi Jinping, a China comunista tem extraído órgãos de prisioneiros de consciência — principalmente de praticantes do Falun Gong.

"O PCC, especialmente sob a tirania de Xi Jinping, possui um tipo particular de maldade", disse Scott. "Eles buscam controlar o mundo e, em sua visão, isso significa destruir qualquer um que se coloque em seu caminho — sejam eles do seu próprio povo ou não."

Ele afirmou que o PCC ameaça continuamente aliados dos EUA, como Taiwan e as Filipinas, envia frequentemente aeronaves militares para o espaço aéreo ao redor de Taiwan e mantém laços estreitos com regimes como a Coreia do Norte, o Irã e o Talibã.

Scott enfatizou que, durante décadas, o mundo ocidental esperava que a China caminhasse rumo à liberalização à medida que sua economia se desenvolvesse, mas a realidade tem sido bem diferente. O influxo de vastas quantidades de capital internacional na China ajudou objetivamente o PCC a avançar em sua expansão militar e crescimento econômico, bem como a perpetrar genocídio e crimes contra a humanidade.

Após o discurso, o Senado dos EUA aprovou por unanimidade, em 16 de junho, por votação oral, a resolução (Resolução do Senado 444) que condena Xi por "fraude, sabotagem das perspectivas de paz e segurança e orquestração de crimes contra a humanidade".

A resolução também incentiva o governo dos EUA e suas agências a utilizarem todas as ferramentas disponíveis — incluindo as prerrogativas da Lei Global Magnitsky de Responsabilização pelos Direitos Humanos, que permite sanções contra indivíduos responsáveis por graves violações dos direitos humanos ou corrupção — para responsabilizar os funcionários do Partido Comunista Chinês.