(Minghui.org) No dia 18 de abril de 2026, muitas pessoas pararam para assistir a uma tranquila prática de exercícios em grupo na Commercial Bay, no centro de Auckland. Os praticantes do Falun Gong (Falun Dafa) realizaram o evento para comemorar o 27º aniversário do Apelo do 25 de abril em Pequim. Eles demonstraram os exercícios e conscientizaram sobre a perseguição em curso na China. Algumas pessoas disseram que assistir ao evento as fez refletir sobre a liberdade de crença e temas relacionados aos direitos humanos.

Os praticantes praticam os exercícios em Commercial Bay, no centro de Auckland, em 18 de abril de 2026, para marcar o 27º aniversário do Apelo do 25 de Abril.

Uma manifestação foi realizada em 16 de abril de 2026 para marcar o 27º aniversário do Apelo do 25 de Abril.

A Tian Guo Marching Band se apresentou durante o evento.

Praticantes exibiram cartazes com mensagens sobre o Falun Dafa e a perseguição na China durante atividades realizadas no centro de Auckland.

Os praticantes informaram as pessoas sobre a perseguição que já dura décadas por parte do Partido Comunista Chinês (PCC), iniciada após o apelo realizado em Pequim em 25 de abril de 1999. Isso levou muitos moradores a se interessarem pelo assunto.

A tranquila cena dos praticantes praticando os exercícios neste movimentado distrito comercial à beira-mar mostrou às pessoas a beleza do Falun Dafa e os princípios da prática – Verdade, Compaixão e Tolerância. Também ajudou as pessoas a entenderem por que os praticantes fizeram o apelo em 25 de abril e o seu significado.

Continue a se manifestar

Malcolm Macrae acredita que os praticantes têm justificativa para falar a verdade sobre a perseguição.

Malcolm Macrae, um carpinteiro naval aposentado, ficou comovido após assistir a prática dos exercícios por parte dos praticantes. Quando soube do apelo em 25 de abril de 1999, ele disse: "Diante de um tratamento injusto, eles (os praticantes do Falun Gong) devem fazer isso, mas manter a esperança. Haverá muitos contratempos no processo, talvez não haja um progresso óbvio, mas o importante é perseverar, porque eles estão falando a verdade e ela é justificada."

Ele acredita que a sociedade deve continuar buscando altos padrões morais: "Independentemente do país, as pessoas esperam se tornar melhores, mais gentis e mais racionais. Isso muitas vezes entra em conflito com certas pessoas no poder."

Ele destacou que a resiliência demonstrada pelos praticantes é poderosa: "Se o PCC reprime vocês por causa da sua prática, isso mostra que vocês os provocaram. Mostra que o que vocês estão fazendo tem significado."

"Você precisa perseverar, deixe que mais pessoas saibam disso. É bom que as pessoas tomem conhecimento da verdade."

Isso mudará o futuro

Dugy acha importante contar às pessoas sobre a perseguição.

Dugy, disse que se as crianças ouvirem falar da perseguição realizada pelo PCC ao Falun Gong, naturalmente acharão essas ações ridículas: "Se você explicar isso para as crianças, elas dirão: 'Isso é ridículo, como alguém pode ser privado do direito à vida por causa de sua crença e ser perseguido? Isso obviamente vai contra o bom senso.'"

Ele acredita ser crucial que as gerações futuras saibam sobre a perseguição: "Quando as crianças perceberem que essas coisas não são razoáveis, elas se levantarão e mudarão as coisas."

Ele também disse que a próxima geração está despertando: "Se um número suficiente de jovens perceber isso, eles agirão e lutarão por mudanças."

Dugy, destacou que, na realidade, muitas pessoas negligenciam a gravidade da situação porque ela ocorre longe: "Quando essas coisas não acontecem todos os dias diante dos nossos olhos, as pessoas costumam ignorá-las. Mas, na verdade, isso tem um impacto global."

Ele acredita que é importante revelar a verdade ao público: "Quando você apresenta essas coisas às pessoas, isso as faz repensar, e isso é crucial. As pessoas precisam ser lembradas: este é um problema que exige atenção."

Ele expressou admiração pela persistência dos praticantes em resistir pacificamente à perseguição: "Isso me enche de orgulho como ser humano. Vocês enfrentam uma pressão enorme, mas continuam firmes. Isso por si só já é uma forma de poder."

Ele disse: "As pessoas não podem agir se não souberem de algo. Você está conscientizando mais pessoas sobre isso — então é muito importante. Talvez seja difícil para esta geração mudar completamente, mas a próxima geração sairá melhor e terá um futuro mais promissor."

Continue revelando a verdade ao mundo

Savio Roy e sua esposa Ivana assinaram uma petição para pôr fim à perseguição.

Savio Roy e sua esposa Ivana, australianos em férias, ficaram chocados e indignados ao saber da perseguição que os praticantes estão sofrendo. Savio disse: "Isso é terrível. É difícil de aceitar e chocante."

Ao saber da extração forçada de órgãos, ele disse: "Se isso é apoiado pelo PCC, é ainda mais preocupante. No entanto, há muitas coisas no mundo hoje que não temos escolha a não ser acreditar que sejam verdadeiras e essas coisas podem estar acontecendo."

Quando os praticantes lhe contaram sobre o protesto pacífico de 25 de abril de 1999 em Pequim, ele expressou apoio ao direito dos cidadãos de expressarem suas reivindicações por meios pacíficos. "As pessoas devem ter permissão para expressar pacificamente suas convicções."

Ele encorajou os praticantes: "Continuem trabalhando duro, conscientizem o público usando vários meios, como as mídias sociais, etc… e deixem que mais pessoas saibam a verdade. Ao mesmo tempo, pressionem os governos de diversos países para que tomem medidas de acordo com as leis internacionais."

Ele disse acreditar que, contanto que os praticantes continuem se esforçando, isso acabará por gerar mudanças: "Embora não seja fácil, desde que você continue trabalhando duro, haverá uma chance de ver mudanças acontecerem."

Verdade, Compaixão e Tolerância devem ser promovidas

Robin, uma aposentada, disse que, após observar os praticantes realizando os exercícios, essa forma de cultivo lhe proporcionou uma impressão de paz e bem-estar. Ela afirmou: "É uma sensação muito tranquila e relaxante. Eu adoro."

Ela também disse que, embora nunca tenha experimentado tais práticas espirituais, recentemente tem se interessado em melhorar sua mente e seu corpo: "Sempre me senti atraída por exercícios suaves como esses. Esse tipo de prática me acalma."

Enquanto assistia às demonstrações dos exercícios, ela disse que podia sentir uma espécie de energia: "É muito tranquilo e faz bem para a saúde. Comparado a exercícios como corrida, que afetam os joelhos, este é um método mais suave". Ela disse concordar com o conceito do Falun Gong de que "mente e corpo estão conectados". Ela afirmou: "Sim, a saúde física é realmente inseparável do equilíbrio interior".

Ao saber que o Falun Gong ensina os princípios da Verdade, Compaixão e Tolerância, ela disse: "Adoro esses valores. Todos deveriam segui-los."

Quando os praticantes descreveram como foram perseguidos, ela expressou empatia e ressaltou a importância da expressão pacífica dos direitos individuais: "Todos têm o direito de expressar seus pensamentos de forma pacífica e não devem ser silenciados por isso."

Os praticantes compartilham relatos pessoais do protesto de 25 de abril

Três praticantes presentes no comício compartilharam suas experiências pessoais. Eles relembraram o apelo pacífico em Pequim, em 25 de abril de 1999, sob diferentes perspectivas. A Sra. Shen, contou que ela e outros praticantes foram ao escritório de Apelações do Estado, na rua Fuyou, em Pequim, após saberem que praticantes em Tianjin haviam sido presos injustamente. Praticantes de todas as partes da China se reuniram no local. A manifestação foi ordeira, algumas pessoas liam os ensinamentos, enquanto outras permaneciam em silêncio. Embora em certo momento o clima tenha ficado tenso, os praticantes mantiveram a calma e, ao final, quando o problema foi resolvido naquela noite, todos se retiraram. Ela jamais se esquecerá daquela cena pacífica.

A Sra. You, começou falando sobre como iniciou a prática do Falun Gong e as mudanças positivas que ocorreram em sua vida física e mental. Ela se mostrou grata ao Falun Dafa pelos benefícios que recebeu. Ela relembrou que, em 25 de abril de 1999, o local do apelo era solene e pacífico. Os praticantes aguardaram em silêncio e, quando partiram, o chão estava limpo. Seus altos padrões e autodisciplina inspiraram os policiais presentes a respeitá-los, o que a motivou ainda mais a praticar o cultivo espiritual.

A Sra. Wang, que também estava presente, destacou que não houve gritos de ordem durante todo o apelo, nem cartazes, nem protestos. Os praticantes expressaram pacificamente suas reivindicações, que incluíam a libertação dos praticantes presos, a retomada da publicação dos livros do Falun Gong e o direito de praticar ao ar livre, etc. Ela considerou todo o processo racional e ordenado, demonstrando a bondade e a resiliência dos praticantes.