(Minghui.org) (Continuação da parte 1) Para comemorar o 27º aniversário do pacífico apelo de 25 de abril em Pequim, os praticantes do Falun Gong na Austrália realizaram uma manifestação em Martin Place, o centro comercial e financeiro de Sydney, em 16 de abril de 2026.

Os praticantes montaram uma mesa para distribuir material informativo e coletar assinaturas. Muitas pessoas assinaram a petição que pede o fim da perseguição por parte do Partido Comunista Chinês (PCC).

Praticantes demonstram os exercícios do Falun Gong em Martin Place, no dia 16 de abril.

As pessoas tomam conhecimento sobre o Falun Gong e assinam a petição.

Um repórter (à esquerda) conversa com um praticantes sobre o evento.

Público condena a perseguição

Rita Grasso.

Rita Grasso disse que acompanhou as notícias e conheceu o Falun Gong pela internet. "Essa meditação para a mente e o corpo é ótima. É uma prática espiritual que permite que você retorne ao seu verdadeiro eu, ajuda a lidar com os desafios externos e proporciona alívio psicológico. Isso é realmente maravilhoso e profundamente importante. Para muitas pessoas, a meditação funciona como um mecanismo essencial de enfrentamento", ela afirmou.

Ela disse que a perseguição realizada pelo PCC é terrível: "É uma coisa terrível contra a humanidade. O Falun Gong é pacífico, amoroso e benéfico para a saúde. É uma prática, não uma questão política. Isso [a perseguição] é uma loucura. É totalmente insano. Não faz o menor sentido."

"Essa perseguição é a coisa mais incompreensível que já vi — que pessoas possam ser mortas simplesmente por meditarem. Por quê? Numa era em que o mundo inteiro está conectado via online, como é que tal engano ainda persiste? O mundo está observando. É uma das realidades mais tristes que alguém pode presenciar. É completamente absurdo e são sempre os mais vulneráveis que mais sofrem." Ela acrescentou que tinha conhecimento sobre os relatos que acusavam o PCC de extrair e traficar órgãos dos praticantes do Falun Gong à força. "Tais atrocidades são horríveis. Fazem-me questionar como podemos nos considerar uma sociedade civilizada. Parece que a humanidade não aprendeu nada com a história. Não mudamos, estamos caminhando para trás, rumo à escuridão, colocando as algemas de volta."

Jemma Robertson (primeira à direita) e Sally Mulligan (segunda à direita).

Sally Mulligan disse: "Eu sei que o Falun Gong é proibido na China. Os praticantes se sentem intimidados porque o governo comunista não permite que eles pratiquem. Ele controla religiões e crenças."

Ela disse ter ouvido falar sobre extração forçada de órgãos sancionada pelo PCC: "Acredito que esse tipo de abuso possa ocorrer. Claro que isso não aconteceria na Austrália, no entanto, entendo que em alguns países, onde há pouca fiscalização pública e o governo não é responsabilizado, situações como essa surgem. Veja a China, por exemplo: quando aqueles no poder operam sem transparência ou controle de sua autoridade, podem agir com impunidade porque, na prática, funcionam como o poder máximo do Estado."

Ela disse que tais eventos eram positivos: "Esta é, de fato, uma maneira muito clara de transmitir a verdade, porque muitos australianos podem ainda não estar familiarizados com o Falun Gong. Se eles entendessem que, na China, as pessoas podem ser punidas simplesmente por causa de suas crenças, acho que a maioria dos australianos ficaria chocada. A ausência de liberdade, a impossibilidade de pensar, falar ou praticar a própria crença abertamente, é para nós, verdadeiramente terrível."

Jemma Robertson disse: "Vi pessoas vestidas de amarelo em Brisbane e Sydney realizando eventos desse tipo. Sei que estão relacionados aos direitos humanos. Aparentemente, a situação dos direitos humanos na China é bem diferente da Austrália. Acho que todos deveriam ter liberdade de crença ou religião."

"É maravilhoso ver pessoas participando de eventos como este, cheias de entusiasmo e coragem para se envolver. Infelizmente, elas não poderiam fazer o mesmo em seus países de origem, onde poderiam temer represálias e não desfrutar da liberdade de expressão. É por isso que fico tão feliz em vê-las podendo se expressar livremente aqui na Austrália."

A Banda Marcial Tian Guo se apresentou durante o evento em Martin Place.

Muitas pessoas assistiram à apresentação da Banda Marcial Tian Guo e tiraram fotos.

A mulher de jaqueta azul tirou fotos e elogiou a banda por sua música.