(Minghui.org) Os familiares de uma mulher de 85 anos de idade, da cidade de Pengzhou, província de Sichuan, foram mantidos sem informações sobre seu paradeiro, após ela ser presa em maio de 2024, por causa da sua crença no Falun Gong. Recentemente, eles confirmaram que a Sra. Chen Guifen havia sido levada para a prisão para cumprir uma pena de um ano.

Três policiais apareceram na casa da Sra. Chen por volta das 7h da manhã do dia 18 de março de 2024 e a levaram para a Delegacia de Polícia da rua Fanjiang. Às 10h da manhã, várias pessoas da promotoria local apareceram e a acusaram de ter feito denúncias contra eles (os detalhes das denúncias não foram esclarecidos). Eles a ameaçaram com detenção. A Sra. Chen, foi forçada a assinar alguns documentos sem que lhe fosse dito o conteúdo. Ela foi liberada em um horário desconhecido.

Três mulheres da comunidade de Liuhe assediaram a Sra. Chen em sua casa às 15h e às 19h do dia 21 de março de 2024.

No dia 22 de maio de 2024, novamente, a Sra. Chen foi presa e levada à Delegacia de Polícia da rua Fanjiang por dois policiais armados. Eles a forçaram a assinar mais documentos e disseram que, se ela quisesse praticar o Falun Gong, poderia fazê-lo fora da China, mas não dentro do país.

Desde então, a família da Sra. Chen não recebeu mais notícias dela . Só souberam recentemente, por meio de uma fonte interna, que ela havia sido transferida para a Divisão 5 da Prisão Feminina da Cidade de Chengdu para cumprir uma pena de um ano. Outros detalhes sobre o processo não estão claros.

Esta não é a primeira vez que a Sra. Chen é alvo de perseguição por causa da sua crença. Anteriormente, sua casa tinha sido revistada no dia 22 de março de 2016 por policiais da delegacia de Tianpeng, todos os seus livros do Falun Gong foram confiscados.

No dia 14 de agosto de 2020, seis policiais da Delegacia de Polícia da rua Fanjiang invadiram a casa da Sra. Chen. Ela segurava firmemente seu exemplar do Zhuan Falun, o texto principal do Falun Gong, contra o peito enquanto quatro policiais tentavam tomá-lo dela. Em seguida, agarraram suas mãos e pés, arrastaram-na até a viatura e a levaram para a delegacia. Ela foi liberada por volta das 18h. Duas semanas depois, suas mãos ainda apresentavam marcas dos beliscões dos policiais.

Em 2012, enquanto viajava de ônibus , a Sra. Chen conversou com o único passageiro sobre o Falun Gong, sem saber que ele era um policial à paisana. Enquanto preparava o jantar naquela noite, um grupo de policiais chegou e a prendeu, juntamente com seu vizinho, que estava visitando-a. O vizinho foi liberado por volta da meia-noite e a Sra. Chen foi solta por volta das 5h da manhã.

No dia 02 de agosto de 2022, mais de dez policiais e profissionais da área médica vieram novamente para assediar a Sra. Chen. Eles tiraram fotos dela e a agrediram verbalmente. Uma enfermeira mediu à força sua pressão arterial, que estava perigosamente alta. Outra, a ameaçou para que não saísse de casa e não conversasse com as pessoas sobre o Falun Gong durante a pandemia.