(Minghui.org) Comecei a praticar Falun Dafa em 1998 e já se passaram 27 anos. Também mudei de uma pessoa jovem para alguém que está prestes a se aposentar.
Quando obtive o Fa pela primeira vez, eu tinha acabado de começar a trabalhar. Os princípios da Verdade, Compaixão e Tolerância me comoveram profundamente. Eu não praticava para fins de cura ou condicionamento físico, mas queria estar em consonância com esses princípios.
Eu trabalhava para uma empresa estatal e frequentemente buscava oportunidades para esclarecer os fatos sobre o Falun Dafa aos meus colegas. Isso exigia que eu desse o exemplo para demonstrar a bondade dos praticantes do Dafa. Os princípios do Fa no Zhuan Falun são, de fato, muito concretos.
O Mestre disse:
“No que diz respeito à elevação do xinxing, contamos com um número particularmente grande de exemplos extraordinários. Há um estudante que trabalha em uma fábrica de tecidos na província de Shandong. Após ter aprendido o Falun Dafa, ele ensinou a prática para os outros empregados e, como resultado, nessa fábrica, houve uma elevação no aspecto moral. Ele costumava levar para casa pedaços de pano dessa fábrica e outros empregados também faziam isso. Depois de aprender o Falun Dafa, esse estudante não só não levou mais nada da fábrica para sua casa como também devolveu o que ele havia levado. Quando os outros viram isso, pararam de levar coisas para casa e alguns também devolveram o que haviam levado anteriormente. Isso aconteceu em toda a fábrica.” (Quarta Aula, Zhuan Falun).
Fiquei bastante impressionado depois de ler esta passagem do Fa. Como meu local de trabalho estava indo bem financeiramente e oferecia bons benefícios, muitos dos meus colegas frequentemente levavam para casa coisas grandes e pequenas do trabalho para uso pessoal. As pessoas viam isso como normal. Para dar um exemplo dos tipos de coisas grandes: quando um computador ainda funcionava, um colega o considerou obsoleto. Depois que a empresa o substituiu por um computador novo, ele pegou alguns acessórios do novo computador para uso próprio e continuou usando os acessórios antigos no trabalho. Meus colegas até o elogiaram por ser esperto. As coisas pequenas incluíam vassouras novas, e algumas pessoas até levavam panos de limpeza novos para casa. Sou um praticante e o Mestre nos ensinou a seguir o Fa. Portanto, devo seguir o que é dito no Fa. Não devo me comportar como uma pessoa comum. Os praticantes devem agir de acordo com os requisitos do Fa.
Um colega mais antigo, com quem eu tinha bastante proximidade, trouxe um conjunto de caixas de som para computador para eu levar para casa. Perguntei a ele sobre o assunto e descobri que era um equipamento novo que ele havia solicitado para o computador do trabalho. Como não precisava, me deu. Na época, eu tinha um computador em casa que precisava de caixas de som. Mas me lembrei de que o Mestre havia dito que alguns praticantes nem sequer aceitavam toalhas e devolviam as que levavam para casa. Como eu poderia me aproveitar dessa iniciativa pública? Quando meu colega viu que eu não queria, disse que também não precisava e se recusou a aceitar de volta. Deixei o equipamento na minha mesa de trabalho. Nunca o levei para casa, mesmo depois de ter parado de trabalhar lá.
Com tantas tentações, houve momentos em que meu coração se comoveu quando ninguém estava olhando. Ao voltar para casa depois de ter conseguido um pequeno benefício extra, eu sentia que algo estava errado. Não experimentava a alegria de ter conquistado algo, mas sim um desconforto por não ter cumprido os requisitos do Fa. Muitas vezes, pensei que, para estarmos em conformidade com o Fa, não deveríamos tentar obter nem mesmo um centavo de vantagem ou benefício!
Analisei meu apego ao ganho pessoal. Quando tomava café da manhã fora, pedia um prato de macarrão para viagem e um par de hashis descartáveis. Às vezes, quando levava o almoço para o trabalho, também precisava de um par de hashis. Era bem conveniente pegar um par extra no restaurante para o almoço. Os hashis descartáveis ficavam no centro de cada mesa e qualquer um podia pegar à vontade. Ninguém dizia nada se você pegasse um par a mais. De repente, me lembrei do Fa sobre como cada centavo revela o reino de um cultivador. Então, silenciosamente, devolvi os hashis extras e peguei apenas um par.
Ninguém mais está ciente dessas pequenas coisas, mas elas refletem como os praticantes se cultivam e agem de acordo com o Fa.
Certa vez, fui denunciado à polícia enquanto falava com um pedestre sobre os benefícios do Falun Dafa e acabei sofrendo por mais de um ano na prisão. Após ser libertado, meu local de trabalho me demitiu. Sem emprego, fiquei em casa e aprendi várias novas habilidades, na esperança de encontrar um novo trabalho. Depois de muitas tentativas, consegui um emprego em uma empresa. O dono da empresa percebeu que eu parecia bastante honesto e sabia que os praticantes do Falun Gong são confiáveis e não se deixam levar pela ganância por pequenos benefícios e ganhos.
Depois de me observar por um tempo, meu chefe me nomeou caixa da empresa e me deu um salário alto. Passei a ter mais contato direto com dinheiro. Eu podia controlar e mensurar os valores solicitados para reembolso. Mantive a ética profissional e a integridade de um cultivador em todos os momentos.
Aos poucos, meu chefe também me pediu para realizar operações financeiras que evitassem a tributação. Descobri que essas eram coisas que um cultivador não podia fazer. Mas se eu não fizesse o que meu chefe exigia, eu poderia perder meu emprego.
Procurei artigos de compartilhamento no Minghui.org para ler. Alguns praticantes haviam enfrentado situações semelhantes e se saíram muito bem trilhando seus caminhos com retidão. Refleti bastante sobre isso e me perguntei: Temo perder meu emprego se seguir os princípios de um praticante e não realizar o trabalho extra solicitado pelo meu chefe? Respondi a mim mesmo: Não teria medo! Devo simplesmente fazer o que se espera de um praticante!
Depois de superar o medo de perder o emprego, conversei com meu chefe e disse que não conseguia fazer certas coisas questionáveis. Meu chefe não me obrigou a continuar fazendo-as. Naquele momento, entendi que tudo não passava de um teste e que tudo dependia de como eu mantivesse minha postura correta.
Mesmo trabalhando na sociedade em geral, preciso continuar a manter meu xinxing e resistir à tentação. Espero conseguir, daqui para frente, aderir aos padrões de um praticante do Dafa e superar minhas deficiências em muitas áreas em que não me saí bem no passado. Espero demonstrar a boa conduta de um praticante do Dafa neste mundo turbulento e caótico.
Serei um verdadeiro cultivador do Dafa, estudarei o Fa profundamente, farei bem as três coisas e permitirei que mais pessoas saibam a verdade para que possam ser salvas pelo Dafa.
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