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17 funcionários estrangeiros sofrem sanções por violações dos direitos humanos, incluindo um chefe de polícia chinês responsável pela perseguição ao Falun Gong

1 de Janeiro de 2021 |   Por Wang Ying, um correspondente do Minghui

(Minghui.org) No dia 10 de dezembro, dia dos Direitos Humanos, o Departamento de Estado dos EUA anunciou a designação de 17 funcionários de governos estrangeiros e seus familiares imediatos como violadores dos direitos humanos. Eles incluem Huang Yuanxiong, da cidade de Xiamen, província de Fujian, na China.

“Promover e fazer avançar o respeito pelos direitos humanos e pelas liberdades fundamentais continua a ser uma prioridade para os Estados Unidos”, declarou o secretário de Estado, Mike Pompeo, no anúncio: “Neste dia dos Direitos Humanos, os Estados Unidos orgulhosamente reafirmam seu compromisso de usar toda a ferramenta apropriada e autoridade disponível para chamar a atenção para as violações e abusos dos direitos humanos, não importa onde ou quando elas ocorram e para promover a condenação dos responsáveis por essas violações e abusos”.

Mike Pompeo, Secretário de Estado dos Estados Unidos

Na declaração estava escrito: “Hoje, o Departamento está anunciando a designação pública de 17 funcionários de governos estrangeiros e seus familiares imediatos de acordo com a Seção 7031 (c) do Departamento de Estado, Operações Estrangeiras e Lei de Dotações para Programas Relacionados de 2020, conforme levado adiante pelas Dotações Contínuas Lei 2021, devido ao envolvimento de funcionários em graves violações dos direitos humanos”.

A declaração tem a seguinte explicação: “A Seção 7031 (c) prevê que, nos casos em que o secretário de Estado tenha informações confiáveis de que os funcionários de governos estrangeiros estiveram envolvidos em uma violação grave dos direitos humanos ou corrupção significativa, esses indivíduos e seus familiares imediatos devem ser designados publicamente ou privadamente e não são elegíveis para entrar nos Estados Unidos”.

Nos últimos anos, o governo dos Estados Unidos intensificou os esforços para fazer cumprir a liberdade religiosa, tanto internamente como em todo o mundo. Na declaração está escrito: “O Departamento de Estado está designando o chefe Huang Yuanxiong, da Delegacia de Segurança Pública de Wucun de Xiamen, por seu envolvimento em graves violações dos direitos humanos em Xiamen na China. Huang está associado a violações particularmente graves da liberdade religiosa dos praticantes do Falun Gong, a saber, seu envolvimento na detenção e no interrogatório dos praticantes do Falun Gong por praticarem suas crenças. A ação de hoje também se aplica à cônjuge do Sr. Huang”.

Segundo informações do Minghui.org, desde 2004, a Delegacia de Polícia de Wucun participou de muitas prisões de praticantes do Falun Gong. Em 27 de setembro de 2020, os policiais prenderam a Sra. Yang Aiqing e ameaçaram seu filho, que tinha apenas alguns anos de idade.

Libertada após 37 dias de detenção, a Sra. Yang foi obrigada a se apresentar todos os dias na delegacia de polícia. Sua irmã, Yang Guimei, está detida até agora: “O mundo não pode ficar parado enquanto o governo da RPC comete violações sistemáticas e horríveis contra as pessoas na China, inclusive violando o direito internacionalmente reconhecido à liberdade de pensamento, consciência e religião ou crença", cita a declaração do Departamento de Estado dos Estados Unidos.

“Essas designações enfatizam nosso apoio aos direitos humanos e à promoção da responsabilidade para os brutais violadores dos direitos humanos”, concluiu a declaração: “Temos orgulho de sermos líderes na defesa dos direitos humanos em todo o mundo, honrando assim a visão de nossos fundadores e expressando a consagrada aspiração americana de que todas as pessoas sejam livres”.