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Homem de Anhui que ficou aprisionado por 14,5 anos, é preso pela terceira vez por persistir na sua fé

22 de Agosto de 2019 |   Por um correspondente do Minghui na província de Anhui, China

(Minghui.org) O Sr. Zhang Xinhong foi condenado à sua terceira prisão por não renunciar à sua fé no Falun Gong, depois de duas prisões anteriores que somam um total de 14,5 anos.

O Falun Gong, também conhecido como Falun Dafa, é uma disciplina espiritual que tem sido perseguida pelo regime comunista chinês desde 1999.

O Sr. Zhang, 64 anos, morador da cidade de Hefei, província de Anhui, foi preso em 8 de maio de 2018, depois de ter sido denunciado por conversar com alguém sobre o Falun Gong. Ele compareceu ao Tribunal Distrital de Shushan em 30 de maio de 2019. Dois advogados entraram com uma declaração de inocência para ele. O Juiz o sentenciou a três anos e quatro meses no final de julho.

Duas condenações anteriores

Como ele se recusou a desistir do Falun Gong, apesar da perseguição, Zhang foi preso no final de novembro de 2000, enquanto vivia na cidade de Wenzhou, província de Zhejiang. Ele ficou detido no Centro de Detenção de Lucheng por quase um ano antes de ser sentenciado a dez anos de prisão, no final de 2001. Ele cumpriu pena na Prisão nº.4 de Zhejiang.

O pai de Zhang, um veterano, também praticava o Falun Gong, mas foi forçado e sob pressão, desistiu de sua crença. O homem idoso faleceu alguns dias antes de seu filho ser condenado.

Em maio de 2010, o Sr. Zhang foi preso novamente em sua casa. A essa altura, ele havia se mudado para a cidade de Hefei, província de Anhui. A polícia saqueou sua casa e o manteve no Centro de Detenção nº 1 da Cidade de Hefei e depois mais de um mês em um centro de lavagem cerebral.

O Sr. Zhang foi julgado em dezembro de 2010. Nenhum advogado o representou. O Juiz simplesmente lhe fez várias perguntas e, em seguida, encerrou o processo.

Em 18 de fevereiro de 2011, um policial disse à família do Sr. Zhang que ele havia sido condenado a quatro anos e meio, e levado para a Prisão nº 4 de Suzhou em 23 de janeiro. O Juiz nunca informou à sua família sobre sua sentença ou local de prisão. Além disso, as autoridades da prisão lhe negaram as visitas familiares.

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