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Finlândia: Praticantes do Falun Dafa melhoram enquanto ajudam as pessoas a despertarem

6 de Abril de 2019 |   Por um praticante do Falun Gong na Finlândia

(Minghui.org) O Fahui de 2019 na Finlândia, foi realizado em Helsinque no domingo, 17 de março. 14 praticantes finlandeses do Falun Dafa apresentaram suas experiências de cultivo compartilhando artigos. As experiências compartilhadas na conferência ajudaram os praticantes a aprender uns com os outros, olhar para dentro para melhorar seu próprio cultivo e cumprir suas missões históricas para ajudar as pessoas a despertarem para a verdade sobre o Falun Dafa.

Os praticantes do Falun Gong participam do Fahui 2019 na Finlândia, em Helsinque.

Não mais ir a extremos

Uma jovem praticante do Vietnã estava muito apegada ao tempo quando iniciou a prática, há cinco anos. Ela não achava que teria tempo suficiente para concluir o cultivo, por isso participou de muitas atividades para tentar acompanhar o progresso da retificação do Fa. Como resultado, ela foi a extremos em sua vida diária e parou de ter contato com sua família.

Conforme ela melhorou gradualmente na prática, ela percebeu que as pessoas julgam o Falun Dafa com base no comportamento dos praticantes. Ela lentamente se corrigiu e manteve boas relações com sua família. O seu pai não tem mais uma impressão negativa do Falun Dafa e sua tia começou a praticá-lo.

Olhar para dentro nas pequenas coisas

O Sr. Ma ficou incomodado por não conseguir realmente olhar para dentro. Toda vez que ele procurava por seus apegos, nunca conseguia ir mais fundo, e seus pensamentos não se baseavam nos princípios do Fa. “E eu não era capaz de fazê-lo espontaneamente”, disse ele.

O Sr. Ma começou então a memorizar o Fa. “Aos poucos, aprendi que olhar para dentro é medir constantemente todos os meus pensamentos com o Fa. É encontrar as ideias, noções, comportamentos e apegos que não estão em conformidade com os princípios do Fa e eliminá-los repetidamente. É um processo.”

Ele deu um exemplo. A sua esposa não era praticante, mas às vezes media seu comportamento em relação aos princípios do Fa. Em uma ocasião ele lavou os pratos com pressa porque teria que sair em breve. Os pratos não ficaram muito limpos. A sua esposa não comentou e insistiu que ele terminasse de varrer o chão antes de sair. Ele ficou chateado, pensando que, se ela quisesse, ela encontraria tarefas para ele fazer o dia todo. Ressentido, ele rapidamente terminou de varrer o chão.

A sua esposa viu que o chão também não estava limpo adequadamente e calmamente disse: “Não consigo acreditar que uma pessoa que não possa fazer algumas tarefas bem possa ter sucesso em sua prática no futuro”.

“A sua perspectiva me surpreendeu, e eu pensei que talvez o Mestre estivesse falando comigo através da minha esposa. Olhei para dentro e vi meus apegos ao apressar as coisas, a reclamar e a ignorar coisas que achava que não eram importantes”, disse ele.

Outros apegos são motivações para olhar para dentro

A Sra. Dong tinha que receber treinamentos profissionais no trabalho e acreditava que não ser rigorosa a impediria de fazer bem o seu trabalho. Os ensinamentos do Falun Dafa a fizeram perceber que era um apego que precisava ser eliminado. Assim como ela reconheceu seu problema a esse respeito, ela percebeu que outros praticantes tinham um apego a ser rigorosos. Ela começou a se perguntar se ainda tinha o apego e percebeu que sim.

“Isso se manifestou ao aprender finlandês”, disse ela. “No começo eu queria esclarecer a verdade e salvar as pessoas e conseguir falar com os praticantes finlandeses. Como ficou muito difícil, o progresso foi lento, então eu dediquei mais tempo para aprendê-lo, e eu até negligenciei os exercícios algumas vezes. Ainda ficou muito difícil para mim e minha saúde piorou. Eu olhei para dentro, mas não resolvi realmente o problema. Eu não queria ceder porque queria ser perfeita nisso. Foi um apego muito forte! Eu não percebi isso até ver esse apego em outro praticante. Olhei para dentro e aproveitei essa oportunidade para me aperfeiçoar.

A compreensão de um praticante ocidental

Um praticante ocidental finlandês compartilhou: “Quando me é dada uma tarefa, é uma oportunidade para cultivar. Você nunca sabe se você é capaz de fazer algo se você não tentar. Se você recusar, pode não haver outra oportunidade. Salvar pessoas é algo que preciso ter em mente agora. Eu sei que posso pedir ajuda ao Mestre Li (o fundador). Mas quando penso demais, cometo erros.”