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Mulher de 82 anos morre horas depois de ser presa por distribuir materiais informativos sobre o Falun Gong

16 de Janeiro de 2019 |   Por um correspondente do Minghui na província de Shandong, China

(Minghui.org) Uma mulher de 82 anos na cidade de Zhaoyuan, província de Shandong, morreu horas depois de ser presa por distribuir material informativo sobre o Falun Gong, uma disciplina espiritual que tem sido perseguida pelo regime comunista chinês desde 1999.

A Sra. Guo Zhenxiang foi presa por policiais da Delegacia de Polícia de Mengzhi em uma estação de ônibus no início da manhã de 11 de janeiro de 2019. Por volta das 10h, sua família foi convocada à delegacia, onde disseram que ela havia falecido.

A polícia afirmou que a Sra. Guo ficou doente depois de ser levada para a delegacia e morreu em um hospital local, apesar das tentativas de ressuscitação. Seu corpo foi levado para a Casa Funerária da Cidade de Zhaoyuan sem o consentimento de sua família.

A Sra. Guo possuía ótima saúde nos últimos anos e não apresentou nenhum sintoma quando saiu de casa pela manhã. Sua família suspeita que sua morte tenha sido relacionada a maus-tratos sob custódia policial, já que os praticantes do Falun Gong são rotineiramente torturados em detenção.

Inicialmente, a polícia recusou-se a permitir que a família da Sra. Guo visse seu corpo, mas depois cederam às demandas contínuas da família.

No caminho para a casa funerária, a polícia repetidamente questionou sua família, onde ela havia obtido os materiais sobre o Falun Gong e com que pessoas ela tinha contato. Os policiais também pressionaram sua família a assinar um registro de interrogatório e ameaçaram não publicar sua morte.

O corpo de Guo permanece na casa funerária enquanto sua família busca justiça para ela. A polícia tem monitorado a família desde a morte dela.

Antes da última prisão que levou à sua morte, a Sra. Guo foi presa em 10 de junho e 16 de dezembro de 2016 e em setembro de 2018 por conversar com as pessoas sobre o Falun Gong.

Ela foi liberada devido à sua idade avançada todas as três vezes. No entanto, a polícia saqueou sua casa e confiscou seus livros do Falun Gong e itens relacionados em 21 de dezembro de 2016, cinco dias depois de sua segunda prisão.