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Fahui da China | O Dafa é a base da minha vida

13 de Novembro de 2018 |   Por uma discípula do Dafa em Pequim

(Minghui.org)

Perdida no mundo humano

O meu pai e a minha avó começaram a praticar o Falun Dafa quando eu tinha dois anos de idade. Às vezes, eu ia ao local de prática dos exercícios com meu pai. Eu não sabia o que era. Eu só entendia as palavras Verdade-Compaixão-Tolerância.

Em 1999, quando eu tinha oito anos, o regime comunista lançou a perseguição ao Falun Dafa. De repente tudo mudou. Os meus colegas e os funcionários da escola sabiam que meu pai era praticante, e eles me olhavam de uma maneira muito estranha. Em 2001, vi na TV as chamadas imagens das "autoimolações" dos praticantes do Falun Dafa. Eu pensei que era verdade o que governo falava. Eu fiquei muito assustada.

A polícia saqueou nossa casa e meu pai foi preso e levado para um centro de “lavagem cerebral”. Eu fiquei traumatizada. Desenvolvi pensamentos negativos em relação ao Falun Dafa e desejei que meu pai não o praticasse.

Depois de ser libertado, o meu pai parou de praticar o Dafa pelos dez anos seguintes. Durante esses anos, vivi sob a cultura comunista e acreditei verdadeiramente no ateísmo. Eu estava feliz que meu pai não praticasse mais o Dafa, e pensei que só fazendo isso minha família teria paz.

Quando eu estava no colegial, tive depressão. Chorava o tempo todo e fiquei amargurada com a vida.

Só mais tarde, quando comecei a praticar o Dafa, percebi que estava muito poluída na sociedade das pessoas comuns. Muitas substâncias ruins e decompostas se grudavam ao meu corpo, o que me deixava deprimida e odiando a minha vida. Eu não sabia de onde vinha a minha dor. Eu lia muito, tentando encontrar o significado da vida através de livros de filosofia. Eu não encontrei nenhuma resposta.

Obtendo o Fa

Como um fato predestinado, a minha vida mudou em 2013.

Um dia, o meu pai decidiu praticar o Falun Dafa novamente. Quando eu soube disso, as lembranças aterrorizantes da minha infância me dominaram. Eu fui contra e tentei de tudo para impedir meu pai. Eu intencionalmente o perturbava quando ele lia o livro, e eu tentei argumentar com ele do ponto de vista da física, química e filosofia. A cada vez, meu pai ganhava facilmente a discussão citando os livros do Dafa.

Na época eu estava fazendo um estágio em uma empresa. Eu testemunhei muitos conflitos e intrigas entre o chefe e os colegas de trabalho. Eu senti que a vida era muito cansativa. Eu estava pensando que seria muito difícil ser uma boa pessoa em uma sociedade tão complicada. Então me lembrei que meu pai me disse que o Falun Dafa ensina as pessoas a serem boas.

"Eu não quero praticar o Falun Dafa", eu disse quando me aproximei do meu pai um dia. "Mas eu gostaria de saber como ser uma boa pessoa".

"Se você realmente quer saber, então precisa ler o Dafa", ele disse.

Eu sabia que meu pai queria que eu praticasse. Naquela época eu estava determinada a não fazer isso. Pensei, no entanto, que não havia nada errado em ler um pouco o livro. Eu pensei que descobriria o que estava no livro para convencer meu pai a parar de praticar. Com isso, eu concordei em estudar.

Ele me disse: “Não pense que é muito fácil ler este livro”. Ele mostrou o Zhuan Falun “Mas eu ficaria realmente impressionado se você terminasse!”

Eu sabia que ele estava me provocando. Eu pensei que já tinha lido tantos livros – quão difícil pode ser ler mais um?

Na verdade, foi difícil ler o Zhuan Falun, e muitas vezes eu lia as palavras, mas não conseguia compreendê-las. Às vezes adormecia depois de ler algumas linhas. Nesta época eu fiquei extremamente ocupada, e muitas vezes tive que fazer horas extras no meu trabalho e chegava em casa muito tarde. Não querendo perder para o meu pai, eu disse a mim mesma que eu precisava terminar o livro, não importava o quê acontecesse. Então eu baixei uma versão eletrônica para o meu celular e li quando andava de metrô. Eu me foquei em ler o livro todos os dias. Lentamente, mas com certeza, terminei o livro depois de vários meses.

Na noite em que finalmente terminei a última página, fechei o livro. Eu queria gritar: "Por quê? Por que eu li este livro tão tarde, quando ele está na minha casa há tantos anos?" Eu me arrependi de ter desperdiçado quase 20 anos da minha vida sem conhecer o Dafa!

De repente, lembrei-me de como praticava a meditação do lótus completo com meu pai quando era pequena. Eu me perguntei se ainda poderia fazer isso depois de quase 20 anos. Eu tentei e consegui! As minhas pernas doeram muito, mas fechei os olhos e sofri a dor.

"Que toda a dor e sofrimento venha", disse a mim mesma. "Eu não vou desistir do Falun Dafa, não importa o quê aconteça!"

Descobrindo a fala sincera

Por muito tempo, tive dificuldade em esclarecer a verdade para as pessoas. Eu estava com muito medo de que outras pessoas pensassem mal de mim. Então, decidi começar com alguém que eu conhecia: minha mãe, já que ela tinha muitos mal-entendidos em relação ao Dafa. Eu tentei falar com ela sobre o Dafa muitas vezes de vários ângulos, mas ela sempre me refutou.

Um dia, depois de uma outra tentativa fracassada, suspirei. "Você sabe, eu estou tentando salvar você", eu disse.

"Eu não quero ser salva", ela disse, "mesmo que eu acabe no inferno!"

Eu fiquei chocada. Eu senti que falar com ela era muito difícil. Eu não conseguia nem convencer minha mãe sobre o Dafa! Eu estava muito desapontada. Enquanto isso, eu sabia que precisava me livrar do meu sentimentalismo e tentar salvar o máximo de pessoas possível.

Eu olhei para dentro. Eu descobri que a atitude de minha mãe poderia estar relacionada ao meu próprio apego. De fato, eu escolhi fazer um esclarecimento da verdade primeiro com minha mãe porque eu estava com muito medo de dizer às outras pessoas que eu praticava o Falun Dafa; eu tentei esconder meu medo em vez de eliminá-lo. Olhando mais fundo para esse medo, descobri que me importava muito com o meu nome e com minha reputação. Eu temia que outras pessoas pudessem pensar negativamente sobre mim. Eu não estava confiante em dizer às outras pessoas que o Dafa é a melhor coisa do mundo, o que também mostrava que eu não confiava no Dafa 100%. Eu entendi que, para esclarecer a verdade, deveria me livrar do meu medo.

No entanto, eu não sabia como começar a falar com as pessoas sobre o Dafa. Então, eu fui ao site do Minghui e li um grande número de artigos de praticantes. Gravei as frases que pensei que seriam úteis e as memorizei.

Em seguida, planejei experimentar com três dos meus amigos mais próximos. Antes de um encontro marcado, escrevi o que eu queria dizer a eles e memorizei cada palavra. Eu disse a mim mesma: devo romper meu medo, e direi a eles que estou praticando o Dafa. No caminho para encontrá-los, enviei pensamentos retos continuamente para eliminar todos os elementos ruins que me impediam de falar com sinceridade a eles.

Durante o encontro, continuei procurando uma oportunidade para abordar o assunto, mas não encontrei um. Quando nossa reunião estava quase terminando, fiquei muito nervosa e pedi licença para ir ao banheiro. Olhando para a minha própria imagem no espelho, eu disse a mim mesma: "Estou aqui para salvá-los. Solte-se!" Eu senti uma sensação de calma em mim.

Depois que voltei para a mesa, esperei mais dois minutos. "Na verdade, eu queria dizer uma coisa hoje", eu disse, finalmente abrindo a boca para falar de uma maneira genuína.

Um dos meus amigos bateu na mesa brincando. "Por que você teve que esperar por tanto tempo para nos contar?"

Eu entendi que o Mestre usou sua boca para dizer isso para mim. Eu juntei toda minha coragem. "Eu queria dizer que agora estou praticando o Falun Dafa."

A minha mente ficou em branco depois que eu disse isso. Eu estava esperando eles pularem em cima de mim e me criticarem. Para minha surpresa, eles mostraram interesse e me perguntaram do que se tratava. Acabei contando tudo o que eles queriam saber de uma maneira natural. Eles concordaram com tudo o que eu disse e até renunciaram suas afiliações do Partido Comunista Chinês (PCC).

Nenhuma das coisas que continuamente me preocupavam aconteceu. É como o Mestre disse:

"Quando parecer impossível de suportar, tente suportar; quando parecer impossível de ser feito e disserem que é impossível, tente e veja se você realmente pode ou não. Quando você pode fazê-lo de verdade, você realmente descobre que depois que se passa pelos sombrios salgueiros, há flores resplandecentes e uma outra aldeia nova!” (Nona Palestra, Zhuan Falun)

Eu finalmente entendi que falar com sinceridade sobre o próprio Falun Dafa não é realmente difícil. O difícil é ter coragem para dar o primeiro passo.

No dia seguinte, minha mãe contou ao meu pai que queria praticar o Falun Dafa por iniciativa própria! Eu mal podia acreditar quando a ouvi conversando com meu pai. Que alegria!

Percebi que a atitude anterior da minha mãe existia apenas por minha causa. Depois que eu mudei, não havia necessidade dela manter essa atitude. Então ela mudou.

Livre da sentimentalidade humana

O sentimentalismo humano foi um dos meus primeiros grandes testes depois que comecei a prática. Foi muito difícil para mim me livrar disso.

O Mestre disse:

"Enquanto tiver apegos, todos terão de ser desgastados e removidos em diferentes situações e ambientes. Você é levado a tropeçar para, a partir daí, iluminar-se ao Tao. O cultivo é feito justamente dessa maneira.” (Quarta Palestra, Zhuan Falun)

Assim que decidi praticar o Dafa, conheci um homem que era extremamente gentil comigo. Logo começamos a namorar.

Um dia, senti falta dele quando estava na casa de um praticante e liguei para ele. Ele ficou muito bravo e ameaçou se separar. Eu continuei me desculpando; no entanto, ele insistiu que eu deveria prometer não me envolver com quaisquer atividades do Dafa nem entrar em contato com nenhum praticante.

Eu entendi que isso era um teste para mim. Foi para testar se eu era uma verdadeira praticante e se eu poderia deixar tudo para trás. Eu disse a ele que não, que eu não seguiria seus desejos.

Ele ficou mais irritado e quis romper comigo imediatamente. Não pude aceitar com calma e comecei a chorar.

Ele perguntou: "Qual você escolhe? Eu ou o Falun Dafa?"

Foi o meu maior medo na época. Eu não queria fazer a escolha.

"Esta é sua última chance", ele disse. "Estaremos juntos enquanto você concordar em não praticar. Você não precisa dizer nada. Você só precisa fazer um aceno com a cabeça. Eu vou contar até três."

Eu estava desesperada. Eu pensei que era um truque das velhas forças. Elas queriam usá-lo para me arrastar para baixo. Eu fechei meus olhos, chorando e implorando ao Mestre:

"Mestre, por favor me diga o que fazer!"

Uma voz veio à minha cabeça: "Você sabe a resposta".

Eu sabia que não tinha outra escolha: o Dafa é a minha vida. É impossível para eu desistir. Com lágrimas rolando pelo meu rosto, eu balancei a cabeça. Ele se virou e saiu.

Eu sabia que o havia perdido. Eu fiquei de coração partido e gritei alto na rua.

Quando finalmente me acalmei, de repente, ele apareceu ao meu lado. "Eu sinto muito. Eu não deveria ter forçado você", ele disse suavemente. Parecia que nada havia acontecido.

Eu sabia que havia passado no teste. Além disso, entendi mais sobre o que o Mestre disse:

"Porém, as verdadeiras melhoras vêm da raiz do abandono, não por meio do ganho." (“Ensinando o Fa na Conferência Internacional de Filadélfia”, 2002)

Seis meses depois, os seus pais nos obrigaram a nos separar depois que descobriram que eu praticava o Falun Dafa. Ele me implorou novamente para deixar o Falun Dafa para que pudéssemos continuar nosso relacionamento. Dessa vez, eu fiquei firme: "Não vou desistir do cultivo, mesmo que tenha que morrer!" Nos separamos. Ele logo começou a namorar outra pessoa, o que me entristeceu.

Ao mesmo tempo, o meu avô faleceu. Todos na minha família choraram. Eu chorei também. Eu não tinha muita certeza por quem estava chorando. Eu estava triste pelo meu avô e por mim mesma. Então me lembrei do poema do Mestre:

"Diversas tribulações surgem repentinamente de uma só vez,
Tudo para ver: você pode superar?"
(Temperando a vontade, Hong Yin)

Foi um processo longo e lento eu me afastar completamente do apego ao sentimentalismo. Por um período de tempo após a separação, senti cólicas assim que pensava nele. As lembranças com ele sempre apareciam em minha mente, e eu estava cheia de ciúmes e ressentimento. Em uma noite sem dormir, ajoelhei-me diante do retrato do Mestre e solucei. "Eu sinto muito Mestre! Eu falhei. Eu não acho que posso passar neste teste."

Só então, um amigo me mandou um desenho animado, que contava uma história:

Um homem se ajoelhou diante de Deus e orou para que Deus o abençoasse. Depois que ele se levantou e começou a andar, uma pequena pedra caiu do céu e bateu na cabeça dele. Ele chorou e reclamou que Deus não o protegeu. Então ele se virou e viu que Deus, que estava atrás dele com os braços estendidos, estava bloqueando milhares de pedras enormes que o atingiriam se Deus não estivesse lá.”

Eu entendi. O Mestre estava me protegendo a cada segundo. O Mestre tirou o carma que eu acumulei durante todas as minhas vidas, e eu só precisava aguentar um pouquinho disso. Como eu poderia dizer que não posso passar neste teste? Pensei em quanto o Mestre se sacrificou!

Um dia li a palestra do Mestre:

"Meus discípulos que cultivam verdadeiramente, o que eu lhes tenho ensinado é o Fa para o cultivo de Buda e do Tao. Entretanto, vocês me expõem suas queixas por haverem sofrido perdas em seus interesses mundanos, em vez de se sentirem angustiados por não poderem deixar os apegos de pessoas comuns. Isso é cultivo...”

"Vocês devem lembrar isto: o cultivo em si próprio não é doloroso; o ponto chave reside na inabilidade de se deixar os apegos das pessoas comuns. Só quando se está prestes a abrir mão da própria reputação, interesses e sentimentos, é que se sente dor." ("Cultivo Verdadeiro de Essenciais para Avanço Adicional)

Eu fiquei com vergonha de mim mesma. Eu estava determinada a cultivar melhor.

O Mestre disse:

"Vocês sabem por que há muitas, muitas coisas e muitos apegos que vocês não podem eliminar mesmo que coloquem muito empenho nisso? Por que é tão difícil? Sempre tenho dito que as partículas compõem partículas, nível após nível, desde o microcosmo até a superfície material. Se conseguir observar o extremo microcosmo, a matéria formada pelos apegos que sua mente carrega, são como montanhas, montanhas gigantescas compostas de pedras como granito, e uma vez formadas, simplesmente não há forma de serem removidas por um ser humano...”

Há muitas coisas que vocês não são capazes de fazer, porém o Mestre pode fazer. Porém, como o Mestre faz isso? Não é que apenas entrando em contato, eu elimino isso para você. Quando você tem pensamentos retos e firmes, e quando pode eliminar essas coisas, eu as tiro de você pouco a pouco; quanto mais você puder fazer, mais eu tirarei e reduzirei essas coisas para você.”(“Ensinando o Fa no Fahui de Chicago", 2004)

Eu entendi que não era eu quem estava sentindo a dor. Foi o falso "eu", que foi construído pelo sentimentalismo e carma. Quanto mais eu rejeitar, eu sei que mais o Mestre tirará de mim.

Ainda assim era difícil. Sempre que via casais na rua, sentia-me triste. Por um longo período de tempo, eu fiquei cheia de tristeza. Às vezes, as minhas lágrimas só desciam quando eu estava fazendo uma refeição. Tentei estudar o Fa, mas mal conseguia entender as palavras. Eu sabia que não estava no estado certo de um cultivador. Eu vou mudar, pensei.

Um dia, meu pai me mostrou um dos artigos do Mestre:

"Uma noção, uma vez formada, irá controlá-lo durante toda sua vida, influenciando seu pensamento e até mesmo toda uma gama de emoções, tais como sua felicidade, raiva, tristeza e alegria. Ela se forma após o nascimento. Se esta coisa persistir por algum tempo, ela se tornará parte do pensamento da pessoa, fundindo-se ao cérebro do verdadeiro eu daquela pessoa e neste ponto dará forma ao seu temperamento.” ("Natureza de Buda", Zhuan Falun volume II)

De repente eu me iluminei: era a minha noção humana me fazendo sentir dor. As minhas noções me fizeram acreditar que uma mulher deveria estar acompanhada e cuidada por um homem. Sem um homem, eu deveria ser triste e solitária. Descobri que o que realmente sentia falta não era do meu ex-namorado, mas a sensação satisfatória de ser amada. Essa noção assumiu o controle das minhas emoções. Para me libertar do sentimentalismo, tive que eliminar essa noção.

Eu mantive as palavras do Mestre na minha mente:

"O cultivo tem de ser feito em meio a essas tribulações para que se possa ver se você pode romper com ‘as sete emoções e os seis desejos’, se você pode ou não lidar levemente com isso. Se você está agarrado a essas coisas, você não será capaz de completar seu cultivo. Tudo tem suas relações causais e predestinadas. Por que os seres humanos podem ser humanos? É precisamente porque há qing nos humanos; eles vivem para o qing: a afeição pelos familiares, o amor entre homem e mulher, o amor pelos pais, os sentimentos, a amizade, fazer as coisas devido a vínculos pessoais; onde quer que você vá, você não pode se afastar do qing. Querer fazer algo, não querer fazer algo, estar contente, estar descontente, amar, odiar, tudo na sociedade humana deriva inteiramente do qing. Sem romper com esse qing, não é possível cultivar.” (Quarta Palestra, Zhuan Falun)

Toda vez que eu recitava esse parágrafo, alguma substância ruim dentro de mim se dissolvia. Sempre que me sentia triste, recitava e me sentia melhor e melhor.Então, um dia, tive um pensamento muito claro: existe realmente alguma coisa nesse mundo humano empoeirado com o qual eu não posso me separar?

Após cerca de dois anos, finalmente passei por esse teste de sentimentalismo. Para mim, este teste foi como uma tribulação de vida e morte. Ocasionalmente, ainda sentia um pouco de turbulência, mas já aprendera a cultivar em meio a ela. Quando abandonei alguns apegos, o sentimento feliz dentro do meu coração foi simplesmente maravilhoso. O Mestre sempre arranjou o melhor para mim!

O Dafa limpou minha alma. Palavras não podem expressar minha gratidão ao Mestre e ao Dafa. Eu só posso retribuir ao Mestre cultivando mais diligentemente e salvando mais seres conscientes.