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Fahui da China | Validando o Fa enquanto faço trabalho manual temporário

8 de Janeiro de 2015 |   Por Huilian, uma praticante do Falun Dafa na província de Liaoning

(Minghui.org) Saudações, Mestre! Saudações, companheiros praticantes!

Eu soube sobre o Falun Dafa enquanto estava procurando uma maneira de curar minhas doenças. Depois de estudar o Fa, eu entendi que o Falun Dafa ensinava os princípios da Verdade-Compaixão-Tolerância. É uma grande prática de alto nível da escola Buda. Eu desisti da minha busca de curar doenças – eu queria ser uma cultivadora firme.

As doenças que haviam me torturado por muitos anos tinham ido embora dentro de uma semana depois que eu comecei a praticar o Dafa.

Enquanto eu estudava mais, aprendi a olhar para dentro e pensar nos outros primeiro. Eu trabalhei para me livrar dos meus apegos, tais como a mentalidade de exaltação, de ciúme, a mentalidade competitiva e a queixar-me de injustiças. Logo, a tensão entre mim e meu marido tinham ido embora.

Vendo minhas mudanças físicas e espirituais, meu marido começou a praticar. Junto com milhões de praticantes do Dafa, seguimos os princípios da Verdade-Compaixão-Tolerância para purificar nossas mentes e isso começou a trazer uma moral reforçada para a sociedade.

No entanto, Jiang Zemin, então líder do Partido Comunista Chinês (PCC), começou a reprimir o Falun Dafa em 20 de julho de 1999. Os praticantes do Dafa foram perseguidos.

Eu fui para a casa de meus parentes para dizer às pessoas os fatos sobre o Falun Dafa, para que eles pudessem entender as maravilhas do Dafa, da grandeza e da benevolência do Mestre, a bondade dos discípulos do Dafa e a verdadeira natureza do PCC.

A caminho de casa, fui parada pela polícia num posto de fiscalização. Eles revistaram minha bolsa e encontraram os livros do Dafa. Fui presa e colocada num centro de detenção, onde fui forçada a passar por um intenso “processo de reforma” por três meses.Meu marido me visitou no centro de detenção. Ele me trouxe uma cópia do novo artigo do Mestre. Os guardas o encontraram e o prenderam. Ele foi condenado a dois anos num campo de trabalho forçado.

Nosso filho de nove anos de idade, foi deixado em casa sozinho. Nossos vizinhos cuidaram dele. Mais tarde, um dos meus parentes o levou.

Fui libertada em 90 dias. Eu tinha perdido o meu trabalho porque eu era uma praticante do Dafa. Para sustentar o meu filho e eu, tive que assumir um trabalho manual temporário. Eu plantei árvores, ajudei a carregar caminhões, quebrei pedras e colhi espinheiros-brancos e espigas de milho. Eu aproveitaria qualquer trabalho que estivesse disponível.

Perguntaram-me: "Você costumava usar roupas brancas e trabalhar num prédio de escritórios. Não é doloroso para você fazer trabalho manual?"

Eu sabia que não era acidental eu ouvir tal pergunta. Olhando para dentro, eu encontrei vários apegos: preocupação em perder a boa aparência, estar com medo de dificuldades duradouras e me queixar das injustiças. Eu respondi com um sorriso: "Eu me sinto confortável ganhando dinheiro com minhas próprias mãos. Não é nem um pouco doloroso." Então, eu me livrei desses apegos.

Eu muitas vezes repeti de cor o poema do Mestre "Temperando a Vontade" (Hong Yin):

"Dores físicas contam pouco como sofrimento,
Certamente, cultivar a mente é o mais difícil."

Seguindo os princípios da Verdade-Compaixão-Tolerância, pensei nos outros. Nós geralmente tínhamos uma hora de intervalo de almoço. Outras pessoas iriam descansar enquanto esperavam para o almoço. Eu ajudei o chefe a preparar o almoço.

Eu dizia para as pessoas como o Dafa era maravilhoso e os benefícios que adquiri ao praticá-lo. Eu também disse a elas que observasse as mentiras que o PCC criou sobre o Dafa e o dano que o ateísmo faz com as pessoas. Eles entenderam e estavam abertos para o que eu tinha a dizer.

Desde que as pessoas apreciaram meu caráter e boa atitude para com o trabalho, eu sempre achava um outro trabalho quando o atual terminava.

Uma vez eu consegui um emprego para colher milho com um casal que me conhecia. Eles eram colegas do meu irmão. A mulher me perguntou: "Você pode fazer o trabalho duro? Eu me lembro que você teve um ataque cardíaco há alguns anos atrás. Foi muito assustador." Isso tinha tido há vários anos antes. Ela foi visitar um parente meu e eu estava lá também. De repente, tive um ataque cardíaco. Ela me viu deitada na cama, o rosto empalidecendo, lábios roxo; e logo eu tive de ser levada.

"Parece que eu estou prestes a morrer?", perguntei a ela com um sorriso.

"De modo nenhum. Você parece muito saudável. Como você recuperou a sua saúde?"

Eu lhes disse que praticava o Falun Dafa. Eu trabalhava rapidamente escolhendo o milho. Meu trabalho era limpo e arrumado. Tanto o marido e a esposa me disseram: "É muito bom praticar o Falun Dafa!"

Outra vez eu colhi milho para outro proprietário. Eu ficava recitando os ensinamentos do Mestre enquanto eu trabalhava:

"A iluminação da qual falamos não é isso; é justamente o que essa pessoa chama de ser um bobo no que diz respeito aos interesses pessoais. Essa é a iluminação à qual nos referimos. Claro, não somos realmente bobos; simplesmente tratamos com leveza os assuntos ligados aos nossos interesses pessoais. Somos muito sábios em outros aspectos. Quando conduzimos um projeto de pesquisa científica, ou executamos as tarefas pedidas pelos nossos superiores, ou assumimos responsabilidades, nós fazemos tudo muito bem, com muita clareza e racionalidade. Simplesmente tomamos com leveza o que diz respeito aos nossos interesses e conflitos pessoais. Então, quem dirá que você é um idiota? Ninguém dirá que você é um idiota; com certeza é assim." (Zhuan Falun)

Então olhei para os outros trabalhadores – eu estava quatro metros à frente deles.

Em outro trabalho, eu caminhei até a casa do proprietário durante o almoço. De repente, senti-me extremamente cansada e meu peito estava apertado. Consegui entrar e sentei-me no kang (uma cama de tijolo aquecível que serve tanto como cama como sala de estar no nordeste da China). Deitei-me, sentindo-se como se tivesse caído num buraco. Eu estava tonta e sem fôlego. Meu corpo estava fora do meu controle. Senti que estava morrendo.

Eu tive um pensamento: "Eu sou uma praticante. Eu tenho o meu Mestre.” Então, fui capaz de pensar com clareza. Eu disse a mim mesma: "Eu sou uma praticante. Sou supernormal." Eu continuei tomando conta de mim mesma: “Eu tenho uma doença? Não. Então, por que eu iria me deitar?" Eu me levantei imediatamente. Eu trouxe uma tigela de tofu para a mesa e, em seguida, uma tigela de pães. Minhas pernas estavam tão fracas que eu senti como se estivesse pisando em algodão. Eu sabia que o Mestre estava me fortalecendo desde que eu tive o pensamento de "ser uma pessoa supernormal".

Sentada num banquinho, eu queria comer, mas eu nem sequer tinha força para segurar um pão de forma. A esposa do senhorio me perguntou: "Você está pálida. Você está com dor?"

Eu disse a mim mesma: "Eu não deveria me sentar aqui e deixar com que as pessoas vissem que estou num mau caminho. Isso iria prejudicar a reputação do Dafa." Eu disse a ela que eu estava bem e fui ao banheiro. Eu não conseguia ficar em pé no banheiro tampouco.

Encostada à parede, comecei a olhar para dentro. "O que tinha causado isso? Eu tinha feito um bom trabalho naquela manhã. Eu também disse às pessoas sobre o Falun Dafa e elas gostaram de ouvir. Mas, então, eu desenvolvi uma atitude de entusiasmo e as velhas forças se aproveitaram disso para criar problemas para mim. Esta condição era a perseguição, não um caso de eliminação do meu carma. As velhas forças não queriam que eu dissesse às pessoas os fatos sobre o Dafa."

Enviei pensamentos retos para eliminar a perseguição do mal no meu corpo e a tentativa das velhas forças viciosas para impedir as pessoas de ouvirem a verdade sobre o Dafa. A interferência era forte. Não conseguia me concentrar. Eu disse alto a fórmula da retificação do Fa. Vinte minutos depois, minha mente estava clara. Mas eu ainda não tinha forças. Eu ainda nem queria comer.

"Como você está?", veio me perguntar a esposa do senhorio.

"Eu estou bem", respondi. Segui os outros para o milharal.

Foi difícil para mim caminhar. Eu repetia na minha mente:

"Quando parecer impossível de suportar, tente suportar; quando parecer impossível de ser feito e disserem que é impossível, tente e veja se você realmente pode ou não." (Zhuan Falun)

Eu consegui chegar ao milharal, mas eu não tinha forças para arrancar as espigas de milho. Eu usei um prego para cortar o talo aberto. Então eu coloquei o prego na haste e o peso do meu corpo se inclinou sobre ela para fazer um buraco. Então eu coloquei o prego em outro local para fazer outro buraco. Depois de algumas vezes, ficou mais fácil tirar a espiga de milho da haste. Colocando a haste contra a minha perna, eu usei todo o peso do meu corpo sobre a espiga para arrancá-la.

Mas isso levou muito tempo.

Eu pedi ao Mestre para fortalecer meus pensamentos retos. Repeti de memória o poema do Mestre: "Pensamentos retos e ações retas" (Hong Yin II)

Grandes seres iluminados não temem o sofrimento
Sua vontade é forjada de metal de ouro
Sem apego de vida e morte
São sinceros e magnânimos
no caminho da retificação do Fa

Minha força começou a voltar. Eu peguei e colhi a mesma quantidade de milho que os outros trabalhadores.

Quando terminamos o trabalho naquela noite, eu não sentia nenhuma dor. Meu corpo estava leve. Eu fui de bicicleta "voando" para casa como um pássaro.

Eu sabia muito bem que era o Mestre me fortalecendo. Com pensamentos retos, eu fui capaz de superar a perseguição das velhas forças no meu corpo. Caso contrário, as consequências poderiam ter sido muito ruins.

Obrigada, Mestre! Obrigado, Dafa! 

Eu não posso descrever a benevolência e magnificência do Mestre com nenhuma palavra humana. A única coisa que posso fazer é ser diligente e cada vez mais diligente!

Obrigada, Mestre! Heshi.