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Cultivo e responsabilidade

18 de setembro de 2014 |   Por um praticante do Falun Dafa da China

(Minghui.org) Ao ler novamente o poema do Mestre “Evite discutir” (Hong Yin III), em um instante compreendi: “Buscar a causa internamente é cultivo e prática”. A partir desse momento, entendi que olhar para dentro é o mais importante em meu cultivo pessoal. Sou um cultivador, necessito assumir a responsabilidade pessoalmente.

Ajudar o Mestre a retificar o Fa, salvar seres conscientes e melhorar o nosso xinxing não é somente um assunto de cultivo individual; é o dever e responsabilidade de cada um. Cada um deve se cultivar e se elevar. Porque quanto mais alto for o nosso nível, mais compaixão teremos e nossas habilidades serão mais poderosas e assim poderemos cumprir com os nossos votos. De outra maneira, não será apenas a perda do futuro eterno de si próprio, mas também a eliminação de um grande número de seres conscientes.

Portanto, nosso cultivo individual não se trata de sermos responsáveis somente por nós mesmos, mas também pelos seres conscientes.

Antes da publicação do artigo no Minghui “Dar discursos equivale a danificar o Fa”, um dos coordenadores da nossa área apreciava selecionar alguns praticantes de outras áreas para assistir diferentes conferências de intercâmbio de experiências. Criticava os praticantes locais quando via praticantes de outras áreas que estavam fazendo melhor. Como coordenador principal da nossa área, eu tinha outro entendimento. Em um momento em que o mal segue crescendo desenfreadamente, pensava primeiro na segurança do nosso grupo, considerando que isso era ser responsável perante o Fa, meus companheiros praticantes e os seres conscientes. Compartilhei minhas preocupações sobre a segurança, porém ele pensava que se tratava de medo e que estava evitando o avanço do grupo. Com frequência discutíamos. Após uma discussão séria, ambos decidimos deixar a coordenação, já que o nosso estado de cultivo havia gerado um impacto negativo no grupo.

O coordenador da cidade me pediu que olhasse para dentro. Pensei: “Estava assumindo a responsabilidade pelos meus companheiros praticantes, o que há de mal nisso?”

Logo depois de um estudo intensivo do Fa, me dei conta de que estava equivocado. Havia cometido um grande erro: olhar para fora, buscar fora, querendo cultivar os outros. A compaixão do Buda é a única forma de mudar uma pessoa. Cometi esse erro porque não estudava o Fa suficientemente, meu nível era muito baixo, faltava-me compaixão e estava sendo manipulado por uma mentalidade de competição e apego à fama.

Agora novamente estamos coordenando juntos. Às vezes penso: “Seria melhor se ele deixasse a coordenação”. Imediatamente após surgir esse pensamento me dou conta de que estou equivocado!

Somente se olharmos para dentro, cultivarmos e elevarmos nossos reinos, seremos mais compassivos ao lidar com os assuntos das pessoas que nos rodeiam e seremos dignos de ter o título mais elevado de todo o universo: o de discípulo do Dafa do período da retificação do Fa!

Esse é o meu entendimento pessoal. Por favor, apontem qualquer coisa inadequada.