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Lembrando a bondade do Mestre

8 de Julho de 2014 |   Por um praticante da China continental

(Clearwisdom.net) Eu comecei a praticar o Falun Gong em 1994. É um privilégio maravilhoso ter aprendido o Fa em uma idade tão jovem. Sempre que me lembro dos dias que passei com o Mestre, eu me sinto muito honrado.

Ouvindo as palestras do Mestre

O Mestre veio à minha cidade natal para proferir os nove dias de palestras, em 1994, quando eu tinha oito anos de idade. Três gerações da minha família tiveram o privilégio de poder ouvir o Mestre.

A cada dia, quando o Mestre terminava uma palestra, ele nos ensinava como fazer os exercícios. Como eu era muito jovem, minha irmã e eu gostávamos de correr para cima e para baixo, brincando no palco. Muito pacientemente, o Mestre corrigia os movimentos dos exercícios das pessoas. Quando as nove palestras chegaram ao fim, todos nós tiramos fotos com o Mestre, em frente à sala de conferências. Minha irmã e eu nos ajoelhamos, um de cada lado do Mestre. O Mestre falou conosco e desejou que nos esforçássemos para seguir em frente de forma diligente.

Antes de deixar nossa cidade, o Mestre visitou a minha casa com alguns praticantes. Ele era muito amável e conversou com a gente. Minha irmã e eu tocamos algumas músicas para o Mestre. Ele deu uma tapinha na minha cabeça e expressou alguns bons desejos para mim. O Mestre também tocou uma música para nós. Alguns dos praticantes presentes moveram-se até derramar lágrimas.

Quando os meus pais prepararam a refeição, o Mestre disse: “Vocês já fizeram comida suficiente. Não façam demais.” O Mestre comeu muito comedidamente. Havia uma grande tigela de frutos do mar, mas o Mestre só comeu um camarão. Ele brincou: “Esses camarões sempre se movem diante dos meus olhos”.

Naquela época, nós não sabíamos exatamente o que o Mestre tinha sofrido pela nossa salvação. Depois de compreender o Fa mais profundamente, eu tenho percebido que o Mestre sempre pensa em nós e tem feito uma quantidade enorme de coisas por nós.

O Mestre cuida sempre de mim

Conforme eu crescia, fui ficando cada vez mais ocupado com a escola e, gradualmente, estudava o Fa cada vez menos. Mais tarde, quando eu fui para a faculdade, em outra cidade, eu quase não estudava o Fa. Felizmente, todos na minha família são praticantes, de modo que, frequentemente, eles me lembravam de estudar o Fa e fazer os exercícios. Quando eu voltei para casa, nas férias, eles me incentivaram a ser diligente. Com a ajuda deles e o estudo do Fa, eu fiz melhorias contínuas. Às vezes, eu também saia para esclarecer às pessoas os fatos sobre o Falun Gong.

Para ser aceito na faculdade de música, eu tinha que passar no teste prático e nos exames escritos. Antes do teste, eu estava preocupado por não encontrar um lugar para praticar, uma vez que todas as salas de ensaio tinham sido reservadas. Felizmente, eu conheci uma garota, no trem, que também estava fazendo testes para a mesma faculdade. Ela me convidou para praticar na sala que ela havia reservado. O piano, da sala, era muito melhor que o meu, e eu também pude utilizar a sala a qualquer momento que eu quisesse. Meu teste correu muito bem e eu tive notas altas.

Então, eu trabalhei arduamente para me preparar para os exames escritos, e mal tinha tempo de dormir. Quando me sentia tonto e enjoado, eu silenciosamente dizia: “O Falun Dafa é bom. Verdade-Compaixão-Tolerância é bom”, e pedia ao Mestre para me ajudar. Em pouco tempo, eu me sentia muito melhor.

No último dia dos exames, eu estava tão nervoso que minha mente ficou em branco. Na metade do tempo previsto para a prova, eu ainda não havia escrito nada. Desesperadamente, eu peguei o papel de teste e pedi ao Mestre para abrir a minha sabedoria. Um milagre aconteceu em seguida. Eu me sentia como se alguma coisa tivesse “clicado” de repente em minha mente. Eu terminei o teste rapidamente, como se de alguma maneira eu soubesse todas as respostas. Geralmente, leva-se cerca de três horas para completar o exame, mas eu terminei em cerca de uma hora.

Quando os resultados saíram, as minhas notas ficaram muito acima do mínimo exigido para a admissão. O Mestre me deu a sabedoria para ser aceito na faculdade.