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"O comunismo deve ser eliminado": atividades do Falun Gong em Londres

26 de Fevereiro de 2019 |   Por um praticante do Falun Gong em Londres

(Minghui.org) Os praticantes do Falun Gong em Londres muitas vezes realizam atividades em frente ao Museu Britânico para apresentar a antiga prática espiritual e informar as pessoas sobre a perseguição à prática na China.

Na tarde de 13 de fevereiro de 2019, os praticantes distribuíram informações, demonstraram os exercícios e coletaram assinaturas para pedir o fim da perseguição pelo regime comunista.

Enquanto os praticantes demonstraram os exercícios, muitas pessoas pararam para aprender mais.

Coletando assinaturas que pedem o fim da perseguição ao Falun Gong.

Apavorados com o crime de extração de órgãos de praticantes vivos, muitas pessoas assinaram a petição.

Quando duas mulheres saíram do museu, pararam para ler sobre o crime de extraçao forçada de órgãos. Depois que assinaram a petição, uma deles disse: “Não devemos permitir que essas coisas aconteçam! [A perseguição] deve parar!

Um casal, marido e esposa, disseram que eles trabalharam na China e testemunharam pessoalmente a perseguição. Ambos podiam ler chinês e estavam cientes da deterioração da situação dos direitos humanos na China. Eles foram encorajados a aprender que mais porquê 100 milhões de pessoas abandonaram as organizações comunistas e que o Falun Gong é praticado em mais de 100 países ao redor do mundo. Eles fizeram muitas perguntas sobre o Falun Gong e receberam informações em chinês para ler.

Esforços para parar a perseguição merecem nosso apoio

Quando uma taiwanesa que havia trabalhado na China assinou a petição, ela disse que sabia sobre o Falun Gong, mas nunca quis ouvir falar sobre a perseguição. Mais tarde, ela pensou sobre como o regime comunista perseguiu muitas pessoas e grupos inocentes e que os esforços dos praticantes para acabar com a perseguição deveriam ser apoiados. Ela disse: “Acho importante que mais pessoas saibam sobre isso. Tantas pessoas estão sofrendo dessa perseguição! Não deveria estar acontecendo!"

Jash, um estudante universitário da Irlanda, assina a petição.

Jash, um estudante de biologia da Irlanda, disse que estava muito interessado em espiritualidade. Quando ele aprendeu que o Falun Gong é uma antiga prática de cultivo da mente e do corpo, e ensina os princípios da Verdade-Compaixão-Tolerância, ele respondeu: “Isso está no seu coração. Você sabe, isso trabalha sua mente, trabalha seu ego".

Jash disse que a perseguição do Partido Comunista contra o Falun Gong foi uma supressão da antiga cultura e sabedoria da China. “A China é um país antigo. Tem uma cultura linda, mas o mal a sabota e a rouba”, disse ele.

Roger e Cathy, dos EUA, assinam a petição que condena a perseguição.

Roger, um professor americano de sociologia, e sua esposa Cathy assinaram a petição. Roger disse que sabia que o regime comunista vinha destruindo a cultura e a crença tradicionais, e é uma ditadura que não se importa com o povo. Ele achava que a extração em larga escala de órgãos era um crime terrível contra a humanidade. Ele disse: “O comportamento deles não merece ser chamado de humano. É uma tragédia, um crime contra a humanidade!

Ele disse que os princípios de Verdade-Compaixão-Tolerância do Falun Gong são valores universais importantes e que esses crimes devem ser detidos. Roger e Cathy desejaram aos praticantes boa sorte com seus esforços. Eles planejaram aprender mais e ver o que poderiam fazer para ajudar.

Morris, de Birmingham, assina a petição que condena a perseguição.

Morris, de Birmingham, foi uma das últimas pessoas a sair do Museu Britânico naquele dia. Depois de ler as informações, ele assinou a petição e disse: “A extração de órgãos é um crime bárbaro e militarizado, como os dos nazistas. O povo chinês naturalmente gosta de meditação. Faz parte da cultura chinesa. Não pode ser perseguida".

Ele disse que os praticantes que se posicionam contra a perseguição do regime comunista figuram uma batalha entre os justos e os maus, e os justos devem vencer. Ele disse que a sociedade internacional não deveria alimentar ilusões sobre o Partido Comunista, acrescentando: “Os comunistas não se importam com os direitos humanos. Eles corrompem a sociedade através de lavagem cerebral. Nós devemos impedi-lo. O comunismo não vai mudar. Deve ser eliminado."