(Minghui.org) Dois praticantes do Falun Gong combatem com sucesso a perseguição contra eles, assumindo o papel de liderança.

Assumir o papel de protagonista

Três policias da Delegacia de Polícia da Rua Youzha na cidade de Guiyang City visitaram pela segunda vez a praticante Sra. Hu Mingqin em 20 de novembro de 2015, para conversar com ela sobre as ações movidas contra Jiang Zemin, ex-ditador chinês que lançou a perseguição ao Falun Gong.

O esposo da Sra. Hu abriu a porta e viu os três policiais.

“Vocês ousam vir até minha casa devido as ações que movemos contra Jiang?” disse ele. “Vocês não sabem que pessoas no mundo todo estão processando Jiang Zemin? Minha esposa não desrespeitou lei alguma por praticar o Falun Gong. Saiam imediatamente”.

Os policiais pediram permissão para entrar pois somente queriam fazer algumas perguntas sobre os assuntos por detrás das ações judiciais.

A Sra. Hu ouviu a conversa. Ela pediu ao Mestre para dar a ela força e sabedoria e então ela caminhou até os policiais. Ela tirou um notebook e pediu para eles se identificarem.

Um dos três policiais deu a ela seu número de identidade e ela gravou no seu computador. Os outros dois recusaram-se no começo, porém, depois de vacilar um pouco eles finalmente deram seu número de identidade a ela, que também anotou no seu notebook.

Então ela disse que moveu uma ação contra Jiang Zemin. Ela também falou com eles sobre o Falun Gong e os aconselhou a não se tornar os bodes expiatórios de Jiang.

Eles lhe pediram para assinar uma transcrição de sua conversa, ela se recusou, e os policiais foram embora.

Com a força e ajuda do Mestre, a Sra. Hu Mingqin se tornou a protagonista para desintegrar os fatores maus por detrás da perseguição.

Informações dos três policiais:

1. Wang Chuang, Departamento de Polícia do Distrito de Nanming na Cidade de Guiyang, identidade policial 0073052.
2. Qiu Yang, diretor, Delegacia de Polícia da Rua Youzha, identidade policial 007 6613.
3. He Yongliang, Delegacia de Polícia da Rua Youzha, identidade policial 0037320.

Um coração compassivo a todo momento

Sou Qiu Liying, um praticante da cidade de Harbin, província de Heilongjiang. Ao voltar para casa em 22 de outubro de 2015, fui preso por três policiais e levado a uma delegacia de polícia sem qualquer explicação.

Durante o interrogatório, eles me perguntaram como eu tinha movido ações judiciais contra Jiang Zemin. Ao invés de responder, falei sobre o Falun Gong e da tortura que sofri no campo de trabalho forçado.

O chefe da delegacia de polícia chegou, me olhou e disse: “Bem, você não vê que você será perseguido novamente aqui mesmo?”

“Não, não serei”, respondi calmamente. “Isto é porque não há culpa e medo entre eu e você”. Ele se virou e foi embora. Me pediram para assinar e colocar minhas digitais no recibo de prisão, porém eu me recusei.

Então fui levado ao hospital da cidade para tirarem amostras de sangue e urina para testes. Eu recusei, já que eu não tinha feito qualquer coisa ilegal, mas forçaram que eu fizesse o teste de sangue.

Graças aos esforços dos praticantes, cada vez mais pessoas têm aprendido a verdade sobre o Falun Gong.

Eu disse ao policial que estava lidando com o caso: “Está na hora que todos despertem e descubram os fatos. Como você pode ainda estar envolvido em tal caso?” Assim como outros oficiais têm dito muitas vezes, ele disse que recebeu ordens de seus superiores.

“Para ser honesto, tenho dor de cabeça toda vez que me pedem para lidar com casos do Falun Gong”, disse ele. Por favor, me diga se a dor de cabeça irá desaparecer quando eu praticar o Falun Gong no futuro?”

Eu disse: “Pense sobre isso, há dez milhões de praticantes em todo o mundo. Há numerosos relatos de pessoas que se recuperaram de seus problemas de saúde após praticar o Falun Gong”.

Fui levado à tarde a um centro de detenção. Os guardas tentaram tirar uma foto de mim. Eu recusei e enviei pensamentos retos.

Já que eu tinha sido detido ilegalmente, eu disse a mim mesmo para manter um coração compassivo e pacífico. Olhei para dentro, recitei o Fa, enviei pensamentos retos e informei a todos sobre o Falun Gong. Fui solto incondicionalmente no quinto dia.